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Irmãos Russo devem retornar para dirigir Vingadores 5 e 6

Foto: Reprodução/Marvel Studios

Nas vésperas da San Diego Comic Con, evento famoso por sempre exibir painéis e anúncios da Marvel Studios, um novo rumor sobre quem ficará com a direção dos próximos dois filmes dos Vingadores surgiu.

De acordo com o THR, os Irmãos Joe e Anthony Russo, que dirigiram Capitão América: O Soldado Invernal (2014), Capitão América: Guerra Civil (2016), Vingadores: Guerra Infinita (2018) e Vingadores: Ultimato (2019) estariam em negociações para voltar ao Universo Cinematográfico da Marvel (UCM) para mais dois filmes dos Vingadores.

Anteriormente os dois filmes eram chamados de Guerras Secretas e Dinastia Kang e agora foram renomeados apenas para Vingadores 5 e 6 e já confirmaram a presença de Doutor Estranho no elenco do panteão de personagens, a produtora também anunciou que as filmagens dos dois longas devem iniciar em 2025.

O retorno dos diretores marcaria um novo passo da movimentação da Marvel para retomar seu hype habitual. Além disso, seria o fim da busca sem fim para a direção dos novos longas.

Vingadores: Guerra Infinita arrecadou mais de US$ 2 bilhões nas bilheterias mundiais, se tornando um dos maiores sucessos de bilheteria do MCU.

com informações do Omelete

Aliel Machado propõe criação de nova UPA em Oficinas

Foto: Assessoria/Divulgação

O deputado federal Aliel Machado (PV), pré-candidato à prefeitura de Ponta Grossa, revelou esta semana que um dos pontos debatidos no seu plano de governo é a criação de uma nova Unidade de Pronto Atendimento (UPA) no bairro de Oficinas. Aliel afirma que a proposta é fundamentada na necessidade de atendimento de urgência e emergência existente na região.

Aliel informou ainda, nas redes sociais, que o plano de governo está sendo organizado por um grupo capacitado.

“Essa proposta, elaborada por especialistas em saúde, dialoga com o Governo do Estado, com o Governo Federal e com a necessidade de atender onde hoje existe uma deficiência no atendimento”, justifica.

Além da UPA, ele também propõe se dedicar à saúde das crianças e dos idosos da cidade, criando espaços próprios para ambos os segmentos.

O parlamentar também ressaltou que seu plano de governo está priorizando propostas concretas, possíveis de serem realizadas e de acordo com as diretrizes do Ministério da Saúde.

“Nós temos as diretrizes organizadas pelo ministério da saúde. Se fizermos funcionar de acordo com essas diretrizes, tivermos pulso firme, incentivo aos funcionários públicos, contratos transparentes, boas parcerias, como por exemplo com a nossa universidade, há condições de entregar um serviço de qualidade“, afirmou.

Uma das preocupações mencionadas pelo parlamentar é garantir o amparo e o respeito no atendimento ao ponta-grossense. Aliel ainda avalia a complexidade da saúde e a necessidade de implementar algumas medidas de emergência.

“Nós temos que tomar medidas emergenciais até que a nova torre do Hospital Universitário, que anunciamos na semana passada, fique pronta, para reduzir a fila de exames e a fila de atendimento com especialistas, que hoje afeta a população, agrava o problema e encarece o serviço. Não há milagre. É preciso parar de enganar as pessoas no período eleitoral. É preciso fazer com que o sistema funcione”.

Debater a cidade

Aliel lançou a pré-candidatura a prefeito de Ponta Grossa no último sábado (13). O deputado está no terceiro mandato e, desde então, conquistou vários recursos em saúde para Ponta Grossa. Somente no atual mandato, o parlamentar conseguiu, junto ao Ministério da Saúde, a contratação de 30 médicos no município, pelo Programa Mais Médicos; a habilitação da UPA Santana, para receber mensalmente recursos federais; R$ 7,8 milhões para a construção do novo Centro Especializado em Reabilitação do Hospital Universitário Regional dos Campos Gerais (HU-UEPG); R$ 8 milhões para a construção de unidades de saúde. 

Na última semana, em conjunto com o reitor da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), Miguel Sanches Neto, e a direção do Hospital Universitário, Aliel anunciou o investimento de R$ 108 milhões para um novo prédio do hospital. A ampliação garante aumentar a capacidade de atendimento de pacientes, não só de Ponta Grossa, mas também de 28 municípios dos Campos Gerais.

UPA Uvaranas

O deputado também se pronunciou sobre a decisão do Conselho de Saúde sobre as obras da UPA de Uvaranas. O parlamentar destacou que a decisão do conselho é técnica, mas fez um apelo para que a decisão seja revista, já que ele julga o equipamento de saúde essencial para aquela região.

“Eu quero fazer um apelo ao conselho, aos conselheiros e às entidades, para que revejam essa posição. O conselho tem uma função técnica, e eu sei que a preocupação é com a falta de planejamento que ao longo dos anos prejudica a cidade de Ponta Grossa e a área da saúde. Mas Uvaranas é uma das regiões mais populosas de Ponta Grossa e precisa desse pronto atendimento. As disputas políticas não podem prejudicar a população”, destacou ele.

Líderes políticos de PG repudiam tentativa de impedir construção da UPA Uvaranas

Foto: Retirado das redes sociais de Aliel Machado, Elizabeth Schmidt, Mabel Canto e Marcelo Rangel

Na última terça-feira (16), o Conselho Municipal de Saúde de Ponta Grossa votou pelo impedimento das obras de construção da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Uvaranas, gerando grande repercussão nas redes sociais.

Modelo da UPA Uvaranas | Foto: PMPG/Reprodução

Com isso, diversas lideranças da cidade repudiaram a decisão do impedimento das obras. Entre eles, alguns dos pré-candidatos a Prefeitura de Ponta Grossa nas eleições deste ano de 2024, como a prefeita Elizabeth Schmidt (União Brasil), o deputado federal Aliel Machado (PV), o deputado estadual Marcelo Rangel (PSD), a deputada estadual Mabel Canto (PSDB), usaram de suas redes sociais para se manifestar em repúdio a decisão emitida pelo CMSPG (Conselho Municipal de Saúde de Ponta Grossa). Confira o vídeo com o posicionamento de cada candidato abaixo:

Vídeo foi retirado das redes sociais dos Candidatos | Reprodução
Elizabeth Schmidt

Atual prefeita de Ponta Grossa e pré-candidata à prefeitura da cidade nas eleições deste ano, Elizabeth Schmidt (União Brasil) revelou estar muito indignada com a notícia de que o CMSPG teria votado contra a construção da UPA Uvaranas.

“Um serviço importante demais para a nossa cidade, que segue todas as normas do Ministério da Saúde e que vai melhorar muito o atendimento para quem mora em Uvaranas e Cará-cará”. 

Schmidt revela que houve um empate de votos durante a votação do Conselho e que o desempate foi realizado pela presidente do Conselho Municipal de Saúde e que, segundo Elizabeth, é publicamente conhecida por possuir ligação com uma pré-candidata à prefeitura.

“Pergunto: isso é pelo bem-estar das famílias para quem mais precisa ter acesso à saúde ou temos interesses pessoais em criar o crescimento da nossa cidade, da nossa saúde? Querem prejudicar a prefeita ou querem prejudicar os moradores do Cará-Cará?”, Elizabeth questiona.

Aliel Machado

O deputado federal e pré-candidato à Prefeitura de Ponta Grossa, Aliel Machado (PV), através das redes sociais, emitiu um novo posicionamento buscando fazer um apelo ao Conselho Municipal de Saúde para que reveja a posição contrária a construção da UPA Uvaranas.

“O conselho tem uma função técnica, eu sei que a preocupação do Conselho é com a falta de planejamento, que ao longo dos anos prejudica a cidade de Ponta Grossa e a área da saúde”, afirma o deputado.

Completando a sua afirmação, o candidato diz que a região de Uvaranas é uma das mais populosas da cidade e que necessita do espaço da UPA visando melhorias na área da saúde.

Marcelo Rangel

O deputado estadual, ex-prefeito de Ponta Grossa e pré-candidato à Prefeitura, Marcelo Rangel (PSD) também se posicionou contra a decisão, afirmando que não irá aceitar a mesma e que não entende o porquê do impasse.

“Um conselho que deve defender o povo e lutar por mais saúde, tenta impedir uma nova UPA que pode diminuir os problemas graves que hoje existem na nossa cidade”.

Rangel também afirma ser favorável à abertura de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) que, de acordo com o mesmo, seria para “descobrir se houve interferência política nessa decisão inaceitável e para avaliar quais são os problemas apontados”.

Mabel Canto

Pré-candidata à Prefeitura Municipal de Ponta Grossa e deputada estadual, Mabel Canto (PSDB) se posicionou através das suas redes na manhã desta quinta (18) sobre o resultado da votação realizada pelo CMSPG na última terça (16).

No vídeo, a deputada afirma que “estão tentando atribuir a decisão do Conselho, de forma política, a ela“. No entanto, Mabel reitera seu apoio à construção da nova UPA, ela defende que “o Conselho de Saúde é técnico e toma suas decisões de forma técnica“. A deputada também aborda a polêmica sobre sua assessora, que é presidente do Conselho, assegurando que “toma suas decisões de forma autônoma“ e que ela não interfere.

Beetlejuice 2: Michael Keaton assusta em novo trailer; veja

Foto: Warner Bros Pictures/Reprodução

Beetlejuice 2: Os Fantasmas Ainda se Divertem ganha um novo trailer. Na prévia abaixo, Michael Keaton retorna na continuação para tocar o terror com o personagem de mesmo nome.

O filme contará com o retorno de Winona Ryder (Stranger Things) e Keaton em seus respectivos papéis, ambos astros da produção de 1988. No elenco, Jenna Ortega, Monica Bellucci e Willem Dafoe integram o terror liberado desse filme.

Dirigido por Tim Burton, o filme chega nas telonas no dia 6 de setembro nos cinemas.

Forças de segurança que atuaram no Rio Grande do Sul são homenageadas na Alep

A sessão solene desta terça-feira (16), no Plenário Waldemar Daros da Assembleia Legislativa, prestou homenagem às Forças de Segurança do Paraná que participaram da Missão de Ajuda Humanitária ao Rio Grande do Sul – Foto: Orlando Kissner/ALEP

Bombeiros, policiais civis, militares e científicos que integraram a missão paranaense de apoio ao Rio Grande do Sul foram homenageados nesta terça-feira (16) pela Assembleia Legislativa (Alep), em Curitiba. O Paraná foi o primeiro Estado a enviar ajuda humanitária aos gaúchos, que vivenciaram a maior tragédia climática de sua história.

Durante quase dois meses, 158 bombeiros militares, 113 policiais militares, 28 policiais civis, 16 policiais científicos e cinco cães (Hórus, Bruce, Acauã, Eva e Skull) auxiliaram as forças de segurança gaúchas em resgates a pessoas e animais, além de patrulhamento policial para evitar saques em residências alagadas.

De acordo com dados da Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp), as forças paranaenses resgataram 1.220 pessoas e 552 animais, atuando em diversas frentes por 52 dias em 18 cidades inundadas.

O secretário de Segurança Pública, Hudson Leôncio Teixeira, agradeceu a homenagem da Alep, proposta pelo deputado Soldado Adriano José, às forças de segurança.

“Nós somos muito parceiros do Rio Grande do Sul, trabalhamos em conjunto em operações de polícia e de inteligência. Desde o primeiro momento, o governador Ratinho Junior determinou que não medíssemos esforços em mandar efetivo, equipamentos e insumos para apoiá-los”, disse.

“Nosso Estado foi o primeiro a enviar efetivo para lá, com a mobilização de três aeronaves, que ficaram à disposição o tempo que foi necessário, além de embarcações e viaturas para policiamento ostensivo na região, uma vez que estavam ocorrendo saques e outros crimes”, acrescentou.

O comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná, coronel Manoel Vasco de Figueiredo Júnior, também participou da homenagem e ressaltou a força-tarefa realizada pelo Estado em apoio ao Rio Grande do Sul.

“Desempenharam um papel crucial no atendimento aos desastres ocorridos. Em momento de grande necessidade, quando as chuvas incessantes trouxeram devastação a tantas comunidades, nossos bombeiros responderam ao chamado com rapidez e determinação”, afirmou.

“Foram mais de mil salvamentos de pessoas e mais de 500 animais resgatados, além de ações humanitárias, incluindo a entrega de água e comida, e a busca em áreas isoladas com o uso de cães, demonstrando não apenas a competência técnica, mas também a profunda compaixão que move a nossa corporação”, disse.

Além de viaturas, embarcações e donativos, o Paraná enviou três helicópteros, entre eles o Falcão 12, da Polícia Militar, que possui câmera termal, sendo possível identificar focos de calor (para encontrar possíveis vítimas), farol de longo alcance e alto-falante.

“Foram 113 policiais militares para auxiliar em situações de busca e, depois, no policiamento ostensivo. Mandamos helicópteros, embarcações, para auxiliar em todas as ações”, explicou o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Jefferson Silva.

DOAÇÕES – Somado ao apoio prestado no local pelas forças de segurança paranaenses e também de outros órgãos estaduais, a solidariedade do povo do Paraná também se fez presente. Quartéis do Corpo de Bombeiros, delegacias e museus receberam doações de donativos para envio ao Rio Grande do Sul. A mobilização envolveu cidadãos voluntários que auxiliaram as unidades dos bombeiros na triagem e organização dos donativos, que totalizaram 13,2 mil toneladas.

Os paranaenses fizeram bonito para ajudar a população afetada pelas chuvas. Uma pesquisa encomendada pela startup Loft, que atua no setor imobiliário, mostrou que 59% dos paranaenses fizeram alguma doação. Ou seja, praticamente seis a cada 10 moradores do Estado.

SITUAÇÃO – Segundo o último boletim emitido pelo Governo do Rio Grande do Sul, de 8 de julho, 478 dos 497 municípios foram afetados pelas fortes chuvas. Mais de 2,3 milhões de pessoas foram atingidas, com 806 feridos, 31 desaparecidos e 182 óbitos.

da AEN

Copel e Simepar desenvolvem sistema de IA para prever desligamentos por temporais

Copel e Simepar desenvolvem sistema de IA para prever desligamentos por temporais | Foto: Copel

A Copel e o Simepar estão na fase final do desenvolvimento de um sistema que faz uso de inteligência artificial para prever impactos de temporais no fornecimento de energia elétrica para os mais de 11 milhões de clientes que a companhia atende no Paraná.

A aplicação se abastece com o histórico de informações das intempéries climáticas captadas pelas estações, satélites e radares meteorológicos do Simepar em todas as regiões paranaenses. No passo seguinte, faz o cruzamento dessas informações com os registros de desligamentos da rede da Copel dos últimos anos. A expectativa é de que o sistema esteja pronto até o início do próximo período de chuvas, que começa em outubro.

Os registros foram divididos em 19 categorias distintas de danos na rede elétrica causados por intempéries. O objetivo é calcular o número aproximado de consumidores que podem ser afetados por uma tempestade que se aproxima e, assim, agir preventivamente, na estratégia e no planejamento de atividades das equipes da Copel para o restabelecimento da energia com a maior rapidez possível.

“Essa é uma ferramenta muito promissora, porque ajuda a companhia a se preparar para restabelecer o fornecimento de energia com mais rapidez em caso de temporais”, avalia o presidente da Copel, Daniel Slaviero.

Ele destaca que a maior incidência de tempestades no Centro-Sul do Brasil é um dos efeitos das mudanças climáticas, o que amplia a relevância do sistema.

“Na Copel, estamos empenhados em, por um lado, investir em projetos que minimizem o impacto ao meio ambiente e, por outro, nos prepararmos para, diante do impacto dos fenômenos já existentes, garantir o fornecimento de energia com qualidade à população”, afirma.

GRANDES TEMPORAIS – Desde 2019, o número de tempestades no Paraná cresceu de maneira inédita, saltando de 12 temporais naquele ano para 24 em 2023. Somente entre outubro e dezembro do ano passado, o Estado foi atingido por 15 tempestades de grandes proporções ao longo de 12 semanas. Em algumas semanas o Paraná sofreu com mais de um evento climático severo.

Nos últimos anos, a incidência de raios também aumentou. Em 2021, foram registrados 406.922 raios no Paraná e, em 2023, 1.064.405, um crescimento de 161%, segundo o Simepar.

Para aprender os padrões das tempestades e indicar onde e como elas podem provocar desligamentos, o sistema de inteligência artificial processa informações sobre diferentes variáveis climáticas e estima potenciais impactos na rede elétrica. Assim, de um lado entram informações sobre rajadas de ventos, raios e intensidade das chuvas. De outro, saem as estimativas sobre os desligamentos e as diferentes causas, como possíveis rompimentos de cabos, avarias em postes e queima de equipamentos, dentre outros.

Ao trabalhar esse conjunto de dados, a aplicação aprende com acertos e erros e, assim, permite à Copel aprimorar a preparação para o atendimento a contingências que afetam os clientes. Além disso, torna possível dimensionar as equipes de forma mais precisa, disponibilizar reforços e organizar a logística necessária para minimizar o impacto da tempestade e, dessa forma, religar a energia com a maior rapidez possível.

O diretor de operação e manutenção da Copel, Júlio Omori, explica que com a IA o aplicativo faz hoje em minutos o trabalho que levaria dias até algum tempo atrás. Para obter essa capacidade de processamento, a Copel adquiriu um supercomputador, cedido ao Simepar. “É a tecnologia trabalhando a favor do nosso cliente”, destaca.

PREVISÃO DO NÚMERO DE IMÓVEIS AFETADOS – As informações são disponibilizadas em um portal na internet (com versão para celular), que é acessado pelos profissionais da Copel. Ao analisar os dados fornecidos pelo histórico de tempestades e de desligamentos, o sistema informa sobre o impacto de temporais em curto (1 a 3 horas) e médio (1 a 5 dias) prazos.

A IA indica o número de imóveis que podem ficar sem energia por região, por município e por área de atendimento da Copel. Tudo é apresentado de forma prática e visual, e os técnicos podem acompanhar as regiões mais críticas em um mapa interativo do Paraná.

“Em situações de maior risco, o sistema emite alertas que indicam a previsão do número de consumidores que pode ficar sem energia e a área que será atingida”, explica Marcos Vinícius de Oliveira Cardoso, gerente de pós-operação da companhia e líder do projeto. “Além disso, os alertas apontam se o evento será localizado ou se há possibilidade de alcançar uma área mais ampla”.

Este foi o caso, por exemplo, do dia 21 de março deste ano, data do último temporal de grandes proporções, que acabou por afetar, no conjunto final, mais de 640 mil consumidores em todo o Paraná. Nas vésperas, o sistema alertou para o risco de desligamentos que poderiam afetar no mínimo 450 mil clientes em todas as regiões, dos quais cerca de 100 mil somente no Oeste.

Além de estimar o número de clientes desligados, o sistema também apresenta informações sobre ventos (quantidade de rajadas e a velocidade delas), raios e a sua intensidade e precipitação. Comparando a magnitude dessas intempéries que se aproximam com situações anteriores, a IA calcula o impacto potencial.

PROJETO DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO – O sistema faz parte de um projeto de pesquisa e desenvolvimento (P&D) estruturado pela Copel em conjunto com o Simepar. Ao todo, a companhia está investindo R$ 10,89 milhões, recursos aplicados em duas etapas.

Na primeira fase, realizada entre 2020 e 2022, representantes das duas instituições uniram forças para desenvolver o sistema baseado em inteligência artificial para classificação automática de risco de desligamentos.

Em novembro de 2023, começou a segunda etapa do projeto, em que o sistema é colocado à prova. Seu desempenho é analisado e melhorias estão sendo feitas para que, em breve, ele possa receber, também, informações em tempo real sobre as interrupções de fornecimento de energia e alertas de descargas atmosféricas.

Outras melhorias estão previstas para esta nova etapa. Será possível, por exemplo, analisar desligamentos anteriores e calcular a probabilidade de uma queda de energia específica ter sido causada por um raio, o que pode ajudar a companhia a verificar locais e equipamentos mais vulneráveis.

Também será desenvolvida uma funcionalidade que mostra a aproximação detalhada de tempestades com incidência de raios e permite verificar se esta queda de raios tem chances de atingir a rede elétrica ou algum equipamento específico dela.

Para desenvolver estas ferramentas, a equipe do projeto fez o mapeamento de toda a rede de distribuição da Copel, que conta com mais de 200 mil km em todo o Paraná, identificando trechos específicos e os equipamentos automatizados que ajudam a indicar com precisão o local dos desligamentos.

da AEN

Operação contra o tráfico: PCPR e PMPR cumprem 65 mandados em quatro cidades da região

Foto: PCPR/Reprodução

A Polícia Civil do Paraná (PCPR), em conjunto com a Polícia Militar do Paraná (PMPR), está nas ruas na manhã desta quinta-feira (18) para cumprir 65 mandados judiciais contra uma organização criminosa ligada ao tráfico de drogas.

Entre os mandados estão 25 de prisão e 40 de busca e apreensão. A ação acontece simultaneamente em Palmeira, Curitiba, São José dos Pinhais e Matinhos.

Os crimes investigados incluem organização criminosa, associação para o tráfico, tráfico de drogas, estelionato, roubo majorado e furto qualificado.

Foto: PCPR/Reprodução

A operação é resultado de uma investigação de alta complexidade, iniciada em 2023, que visa reprimir o tráfico e suas ramificações. Esta ação reflete o esforço contínuo da PCPR e da PMPR para combater o crime organizado.

Foto: PCPR/Reprodução

Obituário em Ponta Grossa, 17/07

Obituário de Ponta Grossa

Jefferson Luiz Subtil de Oliveira

Cemitério: Santo Antônio

Velório: Capela da Funerária Princesa

José Augusto Neves de Moraes

Cemitério: Em Outro Município, Senges/pr

Velório: Em Outro Município, Capela Iara Marques Dib Em Senges/pr

Waldevina Terezinha Batista

Cemitério: Parque Jardim Paraíso

Velório: Outro Local Em Ponta Grossa, Capela Nossa Senhora dos Anjos do Jardim Los Angeles

Zanony Godoy

Cemitério: Em Outro Município, Mallet

Velório: Em Outro Município, Capela Mortuária Municipal de Mallet

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VAGAS SEM EXPERIÊNCIA

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Paraná registra menor número de homicídios dos últimos 18 anos no 1º semestre

Com ações estratégicas das polícias, roubos no Paraná caem pelo terceiro ano consecutivo | Foto: SESP-PR

O número de homicídios dolosos (com intenção de matar) registrados no Paraná caiu de 972 no 1º semestre do ano passado para 862 nos seis primeiros meses de 2024, uma queda de 11,32% no comparativo entre os dois períodos. O volume é o menor já registrado para um primeiro semestre em 18 anos, considerando a série histórica feita pelo Centro de Análise, Planejamento e Estatística da Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp) desde 2007. Até então, o menor índice havia ocorrido em 2019, quando 869 foram vítimas deste tipo de crime.

O menor volume de homicídios dolosos também influenciou a queda de 10,14% no número geral de mortes violentes intencionais no Paraná no 1º semestre de 2024, totalizando 913, ante 1.016 registradas entre janeiro e junho de 2023. O número de roubos seguidos de morte, que também compõe os dados gerais de homicídios, caíram de 31 para 19 entre os dois períodos, uma redução de 87,71%.

Também houve redução nos crimes contra o patrimônio. O número de furtos caiu 15,48%, passando de 85.333 para 72.121 entre os primeiros semestres de 2023 e de 2024. Seguindo a mesma tendência, houve queda de 14,13% nos furtos de veículos, que passaram de 6.645 para 5.706 no comparativo semestral.

No caso de roubos, que se diferenciam dos furtos por ocorrerem mediante o uso de ameaça ou violência, a redução foi ainda mais expressiva, chegando a 24,42% no índice geral, passando de 12.581 no 1º semestre de 2023 para 9.509 no mesmo período de 2024. Em relação aos roubos de veículos, foram 1.134 casos nos seis meses iniciais deste ano, 35,09% a menos do que os 1.747 registrados de janeiro a junho do ano passado.

MUNICÍPIOS – Entre as cidades mais populosas do Paraná, a maior queda proporcional no volume de homicídios dolosos entre os primeiros semestres de 2023 e 2024 ocorreu em Umuarama, passando de 15 para apenas duas, o que equivale a uma redução de 86,7%. As outras reduções mais expressivas foram registradas em Araucária (de 11 para 5, queda de 54,5%), Londrina (de 40 para 20, queda de 50%), Apucarana (de 12 para 7, queda de 41,7%), Francisco Beltrão (de 10 para 6, queda de 40%) e Colombo (de 25 para 16, queda de 36%).

Outro dado relevante é que 197 municípios paranaenses, 49,4% de todas as localidades do Estado, não tiveram nenhuma ocorrência de homicídio doloso registrada nos seis primeiros meses deste ano. Entre os 202 que tiveram algum crime deste tipo, 96 (47,5%) aparecem na lista com apenas uma ocorrência no período.

POLICIAIS PREPARADOS – Na avaliação do secretário estadual da Segurança Pública, Hudson Leôncio Teixeira, os resultados positivos refletem os investimentos contínuos do Governo do Estado nas forças de segurança pública, com destaque para a modernização do aparato policial e as políticas de prevenção à violência.

Ele citou como exemplo recente os investimentos mais recentes de R$ 117 milhões para a compra de novos helicópteros, viaturas embarcações e embarcações blindadas, entregues em junho. No início deste mês, o Estado também entregou 70 novas viaturas para uso das delegacias de Polícia Civil em todo o Paraná.

Além dos investimentos feitos com recursos do tesouro estadual, o Paraná também se destaca no uso eficiente dos recursos federais para o setor. Entre 2019 e 2022, o Estado empenhou 71% dos R$ 174,5 milhões repassados através do Fundo Nacional de Segurança Pública, a terceira melhor proporção entre os entes federativos, de acordo com levantamento do jornal Folha de S.Paulo.

Em maio, o governador Carlos Massa Ratinho Junior também autorizou a maior promoção de policiais civis da história. No total, 2.337 agentes da corporação foram promovidos e tiveram aumento de remuneração, com um impacto mensal de mais de R$ 1,6 milhão.

“Os investimentos do Governo do Estado na melhoria da estrutura, equipamentos, tecnologia e na valorização dos agentes de segurança têm feito a diferença no trabalho intensivo destes profissionais para reduzir os índices de criminalidade, em especial de homicídios e outros crimes violentos”, afirmou Teixeira.

Outro fator que influenciou positivamente no desempenho, de acordo com o secretário, foi o aumento das ações conjuntas com outras forças de segurança pública.

“Conseguimos desenvolver um trabalho de inteligência integrado entre as polícias Civil e Militar, que também atuam em contato com policiais de outros estados, as guardas municipais e a Polícia Rodoviária Federal, o que nos ajudou a manter o Estado com um índice de criminalidade aceitável”, acrescentou.

Confira o número de homicídios dolosos registrados no 1º semestre de cada ano no Paraná:

2007 – 1.344

2008 – 1.394

2009 – 1477

2010 – 1.787

2011 – 1.521

2012 – 1.578

2013 – 1.323

2014 – 1.321

2015 – 1.222

2016 – 1.276

2017 – 1.123

2018 – 1.033

2019 – 869

2020 – 1.076

2021 – 962

2022 – 1.021

2023 – 972

2024 – 862

da AEN