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Mudanças na rotina dos imóveis exigem novo olhar sobre segurança patrimonial

Durante muito tempo, a segurança patrimonial foi tratada como uma decisão essencialmente técnica: instalar alarmes, distribuir sensores, posicionar câmeras e considerar o imóvel protegido. Esse raciocínio ainda está presente em muitas residências, empresas e condomínios, mas já não responde mais à realidade atual. 

A forma como os imóveis são usados mudou, os fluxos se tornaram menos previsíveis e a tecnologia ampliou tanto a capacidade de controle quanto a exigência por acompanhamento permanente. Hoje, proteger um patrimônio envolve mais do que equipamentos instalados. Envolve operação, leitura de contexto e capacidade de resposta.

A rotina dos imóveis ficou mais complexa

Essa transformação não aconteceu por acaso. Nas residências, a rotina deixou de seguir horários tão definidos. Há imóveis que passam parte do dia vazios, casas com circulação alternada entre moradores, prestadores de serviço, entregas e períodos de viagem. 

Nos condomínios, o controle de acesso se tornou mais sensível diante do aumento de circulação e da necessidade de conciliar praticidade com proteção. Nas empresas, a segurança passou a lidar com turnos, entradas múltiplas, movimentação de mercadorias, áreas operacionais e patrimônio de maior valor agregado. Em todos esses ambientes, a proteção deixou de ser apenas uma barreira física e passou a exigir acompanhamento compatível com o ritmo real do imóvel.

Instalar um sistema não é o mesmo que ter proteção estruturada

É nesse ponto que surge uma distinção importante, muitas vezes ignorada na contratação do serviço: uma coisa é ter um sistema instalado, outra é contar com uma estrutura de segurança em funcionamento contínuo. Equipamentos detectam sinais. Operações de segurança interpretam esses sinais, verificam anormalidades, seguem protocolos, acionam suporte e sustentam a proteção ao longo do tempo. Quando essa diferença não é compreendida, cria-se uma falsa sensação de segurança, baseada na presença da tecnologia, mas não necessariamente na capacidade de reação.

O alarme continua sendo uma ferramenta importante, mas o papel dele mudou. Em vez de representar, por si só, a proteção do imóvel, ele passou a integrar uma cadeia mais ampla. Um disparo não pode ser tratado apenas como um alerta sonoro ou uma notificação recebida no celular. Ele precisa ser lido dentro de um contexto. 

Pode indicar uma falha operacional, uma ativação indevida, uma movimentação fora do padrão ou uma situação de risco real. É essa leitura que define o valor de um serviço de segurança patrimonial hoje.

Monitoramento passou a ser parte central da segurança

Por isso, o monitoramento 24 horas ganhou protagonismo. Mais do que registrar eventos, ele organiza a resposta. A central acompanha sinais, identifica comportamentos fora da rotina, verifica ocorrências e direciona o atendimento conforme a necessidade. 

Sem essa camada de operação, muitos sistemas acabam limitados a avisar que algo aconteceu, sem garantir o que será feito a partir dali. A diferença entre um sistema instalado e uma proteção estruturada está, em grande parte, nessa passagem entre detecção e tratativa.

A tecnologia ampliou o controle, mas também elevou a exigência

A evolução tecnológica acelerou essa mudança. Aplicativos, controle remoto, visualização de câmeras, alertas em tempo real, relatórios de uso, gestão de acessos e dispositivos de emergência tornaram a segurança mais integrada à rotina de quem usa o imóvel. 

O cliente deixou de ocupar um papel passivo. Passou a acompanhar mais de perto o funcionamento do sistema, a interagir com ele no dia a dia e a esperar respostas mais rápidas e mais precisas. Esse avanço trouxe conveniência, mas também elevou o nível de exigência. Quanto mais recursos existem, mais importante se torna a estrutura que sustenta seu uso correto.

Cada tipo de imóvel exige uma leitura diferente

No setor, já não basta falar em instalação. O debate passou a envolver continuidade operacional, suporte técnico, inteligência de atendimento e aderência à realidade de cada imóvel. Uma residência não enfrenta as mesmas vulnerabilidades de um comércio. Um condomínio não opera com a mesma lógica de uma indústria. Um projeto de segurança eficiente precisa considerar circulação, horários, áreas críticas, perfil de uso e pontos de exposição. Quando essa leitura não é feita, o sistema pode até existir, mas não acompanha de fato a rotina que deveria proteger.

A operação passou a definir o valor da solução

Essa mudança de visão vem se consolidando também no mercado regional. Em Ponta Grossa e Curitiba, empresas especializadas têm ampliado a conversa sobre segurança para além do equipamento e enfatizado a operação como parte central do serviço. 

A Centroseg se insere nesse cenário com uma estrutura baseada em monitoramento 24 horas, equipe tática de pronta resposta, assistência técnica contínua, aplicativo para gerenciamento remoto e recursos como botão S.O.S. e sistema anti-sabotagem. O conjunto ajuda a ilustrar como a segurança patrimonial passou a ser organizada como serviço contínuo, e não apenas como instalação pontual.

Esse modelo responde a uma demanda cada vez mais evidente: a de transformar tecnologia em proteção prática. Sensores e câmeras seguem sendo importantes, mas o que o cliente busca, no fim, é previsibilidade. 

Quer saber que o imóvel está sendo acompanhado, que um disparo será tratado, que uma falha técnica não ficará sem suporte e que existe uma estrutura capaz de agir quando necessário. Em outras palavras, o valor da segurança patrimonial está menos no aparato visível e mais na consistência da operação que o sustenta.

Segurança deixou de ser item isolado e passou a integrar a gestão do imóvel

Há também uma mudança importante na forma como famílias, síndicos e gestores enxergam a segurança dentro da administração do imóvel. Antes, era comum tratá-la como um item isolado, ativado em situações específicas ou lembrado apenas depois de uma ocorrência. 

Hoje, ela passou a ser parte da rotina de gestão. Isso significa considerar controle de acesso, acompanhamento de eventos, resposta rápida, manutenção técnica e revisão periódica da estrutura de proteção. Em muitos casos, o imóvel continua tendo alarme, câmeras e sensores, mas o olhar sobre esses recursos já não é o mesmo. Eles deixaram de ser o ponto final da segurança e passaram a ser o ponto de partida.

Vulnerabilidades nem sempre estão onde o morador ou gestor imagina

Esse amadurecimento também tem relação com o perfil das ocorrências. Vulnerabilidades nem sempre aparecem de forma escancarada. Muitas vezes, surgem em rotinas mal ajustadas, áreas sem cobertura adequada, falhas de manutenção, acessos sem controle ou confiança excessiva na simples presença dos equipamentos. 

É por isso que o setor vem reforçando a importância de revisar constantemente o modelo adotado. Segurança patrimonial eficaz não é estática. Ela acompanha mudanças no imóvel, nos hábitos de uso e nos riscos associados à operação daquele espaço.

Tecnologia sem leitura humana opera abaixo do potencial

Outro aspecto decisivo é a presença do fator humano. A tecnologia ampliou a capacidade de monitorar e registrar, mas não substituiu análise, critério e tomada de decisão. Sistemas indicam eventos. Equipes qualificadas transformam esses eventos em ação organizada. 

Em segurança patrimonial, essa diferença é determinante. Sem protocolo, sem acompanhamento e sem retaguarda técnica, a tecnologia opera abaixo do potencial que promete entregar.

O foco mudou: de ter sistema para saber como ele é operado

No ambiente regional, esse entendimento vem ganhando força à medida que clientes passam a exigir mais clareza sobre o que realmente está incluído em uma solução de segurança. O foco deixou de ser apenas “ter um sistema” e passou a ser “como esse sistema é operado”.

Essa é uma mudança importante porque desloca a conversa do equipamento para a proteção efetiva. E proteção efetiva, hoje, exige monitoramento, suporte, resposta e controle contínuo.

Proteger um imóvel hoje exige continuidade

Diante desse cenário, proteger um imóvel já não pode ser tratado com a mesma lógica de alguns anos atrás. A rotina urbana mudou, os espaços mudaram e a expectativa de segurança também mudou. Residências, empresas e condomínios passaram a demandar soluções mais conectadas à realidade de uso, com tecnologia embarcada, acompanhamento profissional e capacidade de reação. O imóvel protegido, hoje, não é apenas aquele que possui dispositivos instalados. É aquele inserido em uma operação preparada para monitorar, interpretar e responder.

Essa mudança de perspectiva ajuda a explicar por que a segurança patrimonial se tornou uma questão mais estratégica. Não se trata apenas de reagir a uma ameaça eventual, mas de manter sob controle uma estrutura que precisa funcionar todos os dias, em diferentes contextos e sob diferentes rotinas. 

Nesse processo, empresas que atuam com monitoramento 24 horas, suporte técnico e resposta operacional tendem a ocupar um papel cada vez mais relevante, porque entregam o que o cenário atual passou a exigir: continuidade.

Ao olhar para esse movimento, a conclusão é clara. A proteção de imóveis deixou de caber em uma lógica simplificada. Alarmes, sensores e câmeras seguem importantes, mas já não resumem sozinhos o que significa segurança patrimonial. 

Em um ambiente de uso mais dinâmico, riscos mais difusos e operações mais complexas, proteger passou a significar acompanhar. E acompanhar, hoje, envolve monitorar, interpretar, responder e revisar continuamente o que sustenta a segurança daquele espaço.

Se a segurança do seu imóvel é prioridade, a Centroseg está aqui para te ajudar!

Centroseg Alarmes Monitorados e Portaria Remota

R. Dr. Paula Xavier, 1101 – Centro, Ponta Grossa – PR

(42) 3028-8203

Grupo de Auxílio aos Resgatinhos: Conheça o trabalho do GAR e saiba como fazer a diferença

Fotos: Daniel Pinat

Em Ponta Grossa, o Grupo de Auxílio aos Resgatinhos (GAR PG) é uma força incansável na proteção e bem-estar de gatos em situação de vulnerabilidade. Nascido em 2020 de uma força-tarefa para resgatar centenas de felinos de uma situação de maus-tratos, o GAR PG é uma rede de voluntários independentes que, em parceria com a ONG Grupo Fauna, dedica-se à recuperação e à busca por lares amorosos para esses animais.

Adoção responsável: Um novo começo para os resgatinhos

O coração do trabalho do GAR PG reside em seu processo de adoção responsável, que visa garantir que cada gatinho encontre um lar seguro e cheio de amor. O processo geralmente envolve as seguintes etapas:

  1. Conhecendo os Gatinhos: Os animais disponíveis para adoção são divulgados nas redes sociais do GAR PG, como Instagram e Facebook. Os interessados podem acompanhar as publicações para conhecer os perfis dos gatinhos que aguardam um lar.
  2. Entrevista: Interessados em adotar passam por uma entrevista pelo WhatsApp para alinhar expectativas e garantir que a adoção seja consciente e duradoura.
  3. Termo de Adoção: Após a aprovação, um termo de adoção é assinado, formalizando o compromisso do adotante com o bem-estar do animal.
  4. Acompanhamento Pós-Adoção: O GAR PG realiza um acompanhamento inicial para garantir a boa adaptação do gatinho ao novo lar.
Um chamado à comunidade

O GAR PG enfrenta uma necessidade de novos voluntários. O trabalho do grupo é extenso e demanda muitas mãos, desde o cuidado diário com os animais do abrigo ou em lares temporários até a organização de eventos e a divulgação para adoção. Cada voluntário faz a diferença, permitindo que mais gatinhos recebam a atenção e o carinho necessários para sua recuperação.

É fundamental ressaltar que, devido à alta demanda e à capacidade limitada de acolhimento, o GAR PG não realiza resgates. O foco principal é cuidar dos animais já sob sua responsabilidade e encontrar lares definitivos para eles. Por isso, a ajuda de novos voluntários é ainda mais vital para manter a estrutura de apoio existente e, futuramente, expandir a capacidade de atuação.

Como fazer a diferença

O trabalho do GAR PG é inteiramente sustentado por doações da comunidade. Sachês, medicamentos, areia higiênica e recursos para tratamentos veterinários são constantemente necessários. Além das doações diretas, o grupo mantém um Bazar do GAR (@bazardogar), onde itens são vendidos e toda a renda é revertida para a causa dos resgatinhos. Contribuir com o bazar, seja doando produtos para venda ou comprando, é uma excelente forma de apoiar o grupo.

Embora a adoção seja uma das principais formas de apoiar a causa animal, existem outras maneiras de colaborar com o trabalho desenvolvido pelo GAR PG. O grupo depende da participação da comunidade para manter os cuidados com os gatos sob sua responsabilidade e garantir que eles recebam alimentação, acompanhamento veterinário e condições adequadas até encontrarem um lar definitivo.

Uma dessas formas é atuar como lar temporário, oferecendo um espaço seguro para o animal durante o período de recuperação, socialização ou espera pela adoção. Os lares temporários são fundamentais para ampliar a capacidade de atendimento do grupo e proporcionar mais conforto aos gatos acolhidos.

Além disso, a população pode contribuir por meio de doações de sachês, medicamentos, areia higiênica e outros insumos, bem como participar das ações promovidas pelo grupo e ajudar na divulgação dos animais disponíveis para adoção.

Se você se sente tocado pela causa e deseja fazer parte dessa rede de solidariedade, o GAR PG convida você a se juntar a eles. Seja como voluntário, adotante ou doador, sua ajuda é essencial para que esses “resgatinhos” tenham a chance de uma vida digna e feliz.

Para mais informações, adoção, voluntariado ou doações:

Ampernet Telecom lança a ‘Copa Premiada’: Internet de fibra, TV e sorteio de 7 TVs 4K!

A Ampernet Telecom, provedora de internet com tecnologia 100% Fibra Óptica presente em mais de 45 cidades, preparou uma promoção imperdível para você viver cada lance da Copa com a melhor qualidade e ainda ter a chance de ganhar prêmios espetaculares. A Copa Premiada Ampernet traz o Plano Campeão, uma oferta completa que combina alta velocidade de internet, entretenimento e a oportunidade de levar para casa uma nova TV 4K.

Plano Campeão: Conectividade e Entretenimento Sem Limites

O Plano Campeão da Ampernet Telecom foi desenhado para atender às suas necessidades de conexão e diversão. Com ele, você tem acesso a:

E o melhor de tudo: você pode ter acesso a todo esse pacote por um preço especial de apenas R$59,90 nos 3 primeiros meses. Após esse período, o valor mensal será de R$159,90.

Copa Premiada Ampernet: concorra a prêmios fantásticos!

Ao contratar o Plano Campeão ou realizar um upgrade, você já entra automaticamente na Copa Premiada Ampernet e concorre a prêmios que vão deixar sua experiência ainda mais emocionante. Serão sorteados:

Clientes adimplentes da Ampernet também estarão concorrendo automaticamente, garantindo que a fidelidade seja recompensada.

Ampernet Telecom: Tecnologia e Atendimento de Qualidade

A Ampernet se destaca por sua tecnologia 100% Fibra Óptica, que garante uma conexão estável e de alta performance. Além disso, a empresa oferece a tecnologia 5G+ AMPERNET, proporcionando uma experiência de conectividade hiper completa para seus usuários. Com provedor de internet em mais de 45 cidades, a Ampernet está comprometida em levar o melhor da tecnologia para seus clientes.

Para mais informações sobre a disponibilidade dos serviços, consulta do regulamento completo da promoção ou para contratar o seu Plano Campeão, entre em contato com a Ampernet Telecom. A equipe de atendimento está disponível via Whatsapp pelo número 0800 645 2500.

Detalhes da Promoção:

*A promoção é por tempo limitado.

Outback Steakhouse: um pedacinho da Austrália chega a Ponta Grossa (PR)

O Outback Steakhouse segue avançando em sua estratégia de expansão no Paraná e inaugura no dia 15 de junho sua primeira unidade em Ponta Grossa. A marca traz aos moradores da cidade uma experiência de casual dining que combina gastronomia de ponta, atendimento acolhedor e inspiração na cultura australiana. Desta vez, a rede chega ao Shopping Plaza Campos Gerais, com um investimento médio de R$ 6 milhões e geração de 85 empregos diretos. A nova unidade abre as portas ao público no piso L2, com 530m², incluindo área pet, consolidando-se como o primeiro restaurante da marca a atender diretamente toda a região dos Campos Gerais. 

O Outback aposta na experiência como diferencial competitivo. O ambiente temático, o atendimento descontraído e o cardápio icônico – como os famosos cortes de carne e aperitivos como a Bloomin’ Onion, cebola gigante em formato de flor – contribuem para transformar a visita ao restaurante em um momento de lazer entre amigos e família. A nova operação reforça a relevância da cidade como um polo econômico e mercado altamente estratégico, com demanda consistente e alto Índice de esenvolvimento Humano (IDH).

“A inauguração de nossa primeira unidade em Ponta Grossa reforça a importância da região dos Campos Gerais para a estratégia de expansão da marca. A proposta é oferecer aos clientes locais uma experiência completa, que vai além da refeição e está totalmente alinhada ao perfil do público da cidade, levando os nossos sabores marcantes para cada vez mais cantos do nosso país”, afirma Wagner Villaverde, sócio regional do Outback Steakhouse.

Uma nova cultura em gastronomia

O restaurante já chega com muita história para compartilhar. O Outback foi inaugurado em 1988 por quatro amigos em Tampa, no estado da Flórida, Estados Unidos. Inspirados pelo filme “Crocodilo Dundee”, um grande sucesso nas telonas na época, quatro amigos resolveram fundar o restaurante com a temática australiana. No Brasil há quase 30 anos, a marca chegou com a primeira loja inaugurada na Barra da Tijuca, carinhosamente apelidada de Outback Casinha, em 1997.

Ao longo dos últimos 30 anos, a marca consolidou-se como líder no segmento de casual Dining no país, combinando um ambiente descontraído com atendimento diferenciado e valores acessíveis. A marca revolucionou o conceito de alimentação fora de casa, introduzindo novas formas de consumir itens como a Ribs on The Barbie, a costela com molho barbecue, o chopp servido na caneca congelada, o refil de refrigerante e o pão australiano.

“O Outback foi tão abraçado pelos brasileiros que muitas das experiências associadas à marca já fazem parte da rotina de milhões de pessoas. O pão australiano servido quentinho na mesa é um dos nossos maiores símbolos de hospitalidade, mas o que realmente nos conecta aos clientes são os momentos que ajudamos a criar. São encontros, comemorações e histórias compartilhadas em torno da mesa. Só no último ano, cantamos mais de 900 mil parabéns nos nossos restaurantes, o que mostra como o Outback se tornou um lugar escolhido para celebrar momentos especiais”, comenta Wagner Villaverde.

Chegada ao Shopping Plaza Campos Gerais

Instalada em um dos principais e mais modernos centros de compras da região, a unidade evidencia o papel cada vez mais relevante dos shoppings como centros de convivência e de experiências. Esses espaços vêm ampliando sua atuação ao integrar gastronomia, lazer e entretenimento, acompanhando as mudanças no comportamento do consumidor e incentivando permanências mais longas.

Para o Shopping Plaza Campos Gerais, a chegada da renomada rede, que nasceu nos Estados Unidos e se espalhou pelo mundo, fortalece o posicionamento do empreendimento como o principal destino gastronômico e de lazer da região, ampliando a diversidade do mix e trazendo marcas de forte reconhecimento nacional e internacional. 

“A chegada de uma marca global e tão querida pelo público reforça o nosso compromisso em entregar exclusividade e as melhores experiências para a região dos Campos Gerais. Não somos apenas um local de compras, mas um verdadeiro ponto de encontro, lazer e alta gastronomia para toda a família”, afirma o Superintendente do Shopping Plaza Campos Gerais, Frederico Galvão.

Outback do Shopping Palladium Curitiba
Serviço 

Outback Steakhouse – Shopping Plaza Campos Gerais em Ponta Grossa

Endereço: Av. Visconde de Taunay, 2023 – Ponta Grossa / PR 

Inauguração: Dia 15 de junho

Horário de funcionamento: de segunda a sábado, das 11h30 às 23h; domingos e feriados, das 11h30 às 22h

Mais informações: www.outback.com.br | www.plazacamposgerais.com.br/  

Sobre o Outback

O Outback Steakhouse possui 192 restaurantes no Brasil e está presente em 88 cidades, 21 estados brasileiros e no Distrito Federal. No mundo está em 23 países nas Américas, Ásia e Oceania. O primeiro restaurante no País foi inaugurado na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, em 1997. Com seus cortes de carne especiais e aperitivos icônicos como a Bloomin’ Onion, o Outback caiu no gosto do brasileiro pela qualidade e sabor marcante da sua culinária, somados à descontração no atendimento e às instalações aconchegantes. Inspirado na Austrália, o restaurante enfatiza vários aspectos da cultura australiana, como esporte, pontos turísticos, paisagens icônicas, tradições e lazer. Além disso, a marca oferece uma experiência única, divertida e de altíssimo padrão que, no Brasil, ficou conhecida como #MomentoOutback.  

Em PG é Assim chega aos 170 mil seguidores e mantém liderança entre os veículos de comunicação de Ponta Grossa no Instagram

O Em PG É Assim atingiu a marca de 170 mil seguidores no Instagram, consolidando sua posição como o veículo de comunicação mais seguido de Ponta Grossa na plataforma. O crescimento acompanha uma expansão acelerada dos projetos do grupo, que vem ampliando sua presença nas redes sociais, no jornalismo digital, na produção de vídeos e podcasts.

Nos últimos meses, o portal registrou um crescimento expressivo de audiência e atualmente ultrapassa a marca de 50 milhões de visualizações mensais somadas entre suas plataformas digitais, incluindo Instagram, Facebook, site e demais canais de distribuição de conteúdo.

Além da produção diária de notícias e conteúdos de entretenimento, o grupo tem fortalecido projetos próprios que se tornaram referência na região. Entre eles está o Pontagrossauros Podcast, que já ultrapassou 150 episódios e recebe semanalmente empresários, autoridades, profissionais de diversas áreas e personalidades que ajudam a contar histórias e debater temas relevantes para a comunidade.

Em fevereiro deste ano, o grupo também inaugurou sua nova sede, ampliando a estrutura para gravações, entrevistas, podcasts e produções especiais.

Nos últimos meses, novos quadros passaram a integrar a programação do portal, como o Vida & Saúde, voltado à promoção da saúde e qualidade de vida; o Agro Avança, dedicado ao agronegócio e à inovação no campo; e o Inteligência Jurídica, espaço criado para aproximar temas do Direito da população de forma acessível.

Segundo o diretor do grupo, o crescimento atual representa apenas uma etapa de um projeto ainda maior.

“Estamos muito felizes com os resultados que estamos alcançando. Nos últimos meses tivemos um crescimento gigantesco de audiência e ultrapassamos a marca de 50 milhões de visualizações mensais. Mas entendemos que isso é apenas o começo. Estamos atualizando nosso portal de notícias e, em breve, vamos reforçar nossa equipe jornalística para ampliar ainda mais a produção de conteúdo informativo. Hoje temos uma atuação muito forte no entretenimento, mas também estamos crescendo de forma consistente no jornalismo e queremos investir cada vez mais nessa área”, destaca Alex Willian.

O principal projeto de 2026 é o PG na Copa, cobertura internacional que levará a equipe do Em PG É Assim aos Estados Unidos para acompanhar de perto a movimentação da Copa do Mundo. A proposta é mostrar os bastidores da competição, a festa da torcida brasileira e o clima das cidades que receberão os jogos da Seleção Brasileira.

A equipe embarca nesta semana e permanecerá nos Estados Unidos durante todo o período da participação brasileira na competição, produzindo reportagens, entrevistas, transmissões ao vivo e conteúdos exclusivos diretamente dos locais que receberão os torcedores.

A expectativa é que a cobertura impulsione ainda mais o alcance do portal.

“Nossos levantamentos indicam que durante o período da Copa podemos ultrapassar a marca de 70 milhões de visualizações mensais. É um projeto que está mobilizando toda a nossa equipe e que tem potencial para levar o nome de Ponta Grossa para uma audiência ainda maior. Queremos mostrar a experiência do torcedor brasileiro nos Estados Unidos e produzir um conteúdo diferente de tudo que já fizemos até hoje”, afirma Richard, fundador do Portal.

Com 170 mil seguidores no Instagram, mais de 50 milhões de visualizações mensais e novos projetos em desenvolvimento, o Em PG É Assim segue ampliando sua atuação e fortalecendo sua presença entre os principais veículos digitais dos Campos Gerais.

Palladium recebe Scilas em apresentação especial e reforça seu papel como palco da cultura local

A música que marcou gerações do Festival Universitário da Canção (FUC) vai ecoar pelos corredores do Shopping Palladium Ponta Grossa neste sábado (06). Como patrocinador do 38º FUC, o shopping recebe, às 15h, na Mini Praça de Eventos (2º piso), uma apresentação especial de Scilas Augusto de Oliveira, vencedor da 18ª edição do festival e um dos artistas mais reconhecidos da cena musical dos Campos Gerais.

Conhecido pela voz marcante, presença de palco e interpretações que passeiam por grandes clássicos da MPB e da black music brasileira, Scilas promete proporcionar ao público uma tarde de emoção, memória afetiva e celebração da música nacional além de trazer sua composição ganhadora do FUC 2025, Vento de Amor.

Mais do que uma atração cultural, a apresentação simboliza a conexão entre o Palladium e um dos eventos mais tradicionais da cidade. Ao apoiar o FUC, o shopping reafirma sua vocação de ser um espaço de encontro, convivência e valorização da produção artística local.

“Quando abrimos espaço para a música, para a arte e para as manifestações culturais da cidade, reforçamos aquilo que acreditamos ser o papel do Palladium: um ambiente que vai muito além das compras. Somos um espaço privado com alma pública, que acolhe pessoas, histórias e experiências que fazem parte da identidade de Ponta Grossa”, destaca o Gerente de Marketing do shopping, Geverson Rodrigues.

Serviço

Apresentação Especial com Scilas
📅 06 de junho (sábado)
🕒 15h
📍 Mini Praça de Eventos – 2º Piso
🎟️ Entrada gratuita

Dr. Erick apresenta projeto em defesa dos motoboys e entregadores por aplicativo.

Na tarde desta quarta-feira (03), durante sessão ordinária da Câmara Municipal, o vereador Dr. Erick apresentou o Projeto de Lei n° 453/25 que trata sobre as regras para entregas de encomendas por trabalhadores de aplicativos em condomínios residenciais e comerciais no Município de Ponta Grossa. 

Um novo Projeto de Lei protocolado e aprovado na Câmara Municipal de Ponta Grossa regulamenta a entrega de encomendas na cidade. O objetivo é impedir que os entregadores sejam obrigados a subir até os apartamentos ou entrar nos condomínios para realizar as entregas.

De acordo com o autor do projeto, o vereador Dr. Erick, a necessidade de uma lei surgiu após o crescimento acelerado dos serviços de delivery nos últimos anos e com isso uma série de conflitos de pessoas que insistem em achar que o entregador precisa adentrar o condomínio para levar o produto até a porta de casa. 

O Projeto de Lei busca equilibrar a eficiência do serviço, a segurança interna dos condomínios e o respeito aos profissionais. O texto destaca a importância de garantir um tratamento digno aos entregadores, que muitas vezes enfrentam jornadas exaustivas e pressões por tempo.

Por outro lado, o projeto também mantém a organização interna e a segurança dos moradores, definindo limites para o acesso às áreas comuns.

Um dos pontos de destaque da medida é a atenção dada à acessibilidade. O projeto prevê uma alternativa segura para que idosos, pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida tenham o direito de receber suas encomendas diretamente na porta de casa, sem a obrigação de se deslocarem até a portaria.

 A lei também vai obrigar as empresas de aplicativos a melhorarem a comunicação em suas plataformas, informando os usuários de maneira transparente e detalhada sobre o funcionamento das entregas em condomínios diretamente no celular.

O Projeto de Lei agora segue para análise da prefeitura para ser aceito e ter força de Lei na cidade.

Quais os pontos principais dessa Lei?

Art. 1º – Esta Lei dispõe sobre o serviço de entrega em domicílio realizado em condomínios residenciais, edifícios e salas comerciais no município de Ponta Grossa. Parágrafo único. Considera-se serviços de entrega em condomínios residenciais ou comerciais aquele vinculado a empresas, plataformas digitais de intermediação ou prestadores autônomos contratados pelos consumidores. 

Art. 2º – Fica proibido ao consumidor ou cliente exigir que o entregador adentre áreas de uso comum do condomínio ou realize a entrega diretamente na porta da unidade habitacional ou comercial, devendo a entrega ocorrer na portaria ou em local previamente designado pela administração condominial, respeitadas as normas internas de segurança. Parágrafo único. As plataformas e empresas de entrega deverão informar de forma prévia, expressa e ostensiva aos consumidores e entregadores as regras estabelecidas neste artigo. 

Art. 3º – O condomínio poderá disponibilizar espaços específicos e seguros para a retirada das encomendas pelos moradores, de modo a garantir a fluidez e a segurança dos serviços de entrega. Parágrafo único. Os condomínios deverão comunicar seus moradores sobre a obrigatoriedade de cumprimento dessa Lei, visando preservar a integridade física dos trabalhadores e evitar situações de hostilidade, agressão ou constrangimento. 

Art. 4º – Nos casos de pessoas idosas, pessoas com deficiência, pessoas com mobilidade reduzida ou outras condições que justifiquem, poderá ser ajustada previamente a entrega diretamente na porta da unidade, sem custo adicional ao consumidor, mediante comum acordo entre o entregador e o destinatário. Parágrafo único. A recusa injustificada do entregador em realizar a entrega diretamente à unidade nesses casos implicará:

I – multa à empresa ou plataforma de intermediação, em valor definido na regulamentação dessa Lei; 

II – suspensão temporária do cadastro do entregador, pelo período estabelecido em regulamentação. 

Art. 5º – As plataformas deverão notificar de forma fixa e clara, nos aplicativos ou sistemas utilizados, que o cliente não pode exigir entrega na porta da unidade, salvo hipótese prevista no art.4°. 

Art. 6º – É vedada a diferenciação de tarifas em razão da escolha do local de recebimento da encomenda (portaria ou unidade), quando aplicável. 

Art. 7º – A aplicação das penalidades previstas nesta Lei somente ocorrerá após regular processo administrativo, assegurados o contraditório e a ampla defesa. 

,Art. 8º – O Poder Executivo Municipal regulametará esta Lei no que couber, no prazo de 90 (noventa) dias. Art. 9º – Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Quando a burocracia atrasa o tratamento: pacientes enfrentam negativas e demora na liberação de procedimentos de saúde

Pacientes que dependem de tratamentos de alta complexidade, especialmente em casos oncológicos, frequentemente enfrentam obstáculos para obter acesso a exames, cirurgias e medicamentos prescritos por seus médicos. Entre os principais problemas relatados estão negativas de cobertura por planos de saúde, demora na autorização de procedimentos e restrições ao fornecimento de medicamentos de alto custo.

Em doenças que exigem rapidez na tomada de decisões, atrasos podem comprometer o início ou a continuidade do tratamento, gerando insegurança para pacientes e familiares.

Barreiras que vão além da doença

Entre as situações mais recorrentes estão a negativa de exames essenciais para diagnóstico e acompanhamento clínico, a demora na liberação de cirurgias e as restrições relacionadas a medicamentos de última geração, incluindo terapias utilizadas no tratamento de diferentes tipos de câncer.

A advogada Pollyani Lemes Maluf, especialista em Direito Médico e da Saúde, afirma que muitos pacientes desconhecem os direitos que possuem diante dessas situações.

“Meu trabalho tem por base a prescrição médica. O objetivo é garantir que o paciente tenha acesso ao tratamento devidamente indicado pelo profissional responsável pelo seu acompanhamento.”

Segundo a especialista, justificativas frequentemente utilizadas por operadoras, como a alegação de que determinado procedimento não está previsto no rol da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), não encerram automaticamente a discussão sobre a cobertura, já que cada caso possui características próprias que devem ser analisadas individualmente.

O que diz a legislação

O acesso à saúde é um direito garantido pela Constituição Federal, e discussões envolvendo cobertura de tratamentos, fornecimento de medicamentos e autorização de procedimentos são frequentemente analisadas pelo Poder Judiciário.

Mesmo diante das recorrentes negativas dos planos de saúde, os tribunais brasileiros têm se posicionado de forma clara e favorável aos pacientes oncológicos. A jurisprudência já é consolidada: negar cobertura para tratamentos contra o câncer com indicação médica é ilegal. Cada vez mais, decisões judiciais obrigam as operadoras a custear medicamentos, procedimentos e terapias essenciais, muitas vezes por meio de liminares concedidas em caráter de urgência.

Nesses casos, decisões costumam levar em consideração fatores como a prescrição médica, a urgência do tratamento, as evidências científicas disponíveis e a legislação aplicável.

Para especialistas da área, garantir o acesso ao tratamento adequado no momento oportuno é um dos fatores mais importantes para a preservação da qualidade de vida e para a busca dos melhores resultados clínicos possíveis.

Informação também faz parte do tratamento

De acordo com Pollyani Lemes Maluf, pacientes oncológicos e seus familiares já enfrentam desafios físicos, emocionais e financeiros significativos, tornando ainda mais delicadas as situações em que o tratamento encontra barreiras burocráticas.

“Quem enfrenta o câncer já tem batalhas demais. O papel do Direito é garantir que a lei seja um suporte ao paciente, e não mais um obstáculo em sua jornada de tratamento.”

A especialista ressalta que a informação sobre direitos relacionados ao acesso à saúde pode ser um instrumento importante para que pacientes compreendam quais caminhos estão disponíveis diante de negativas ou atrasos que possam comprometer o tratamento prescrito.

Domann contabilidade é nova patrocinadora oficial do PG na Copa DBL Turismo

O projeto PG na Copa DBL Turismo segue fortalecendo seu grupo de parceiros para a cobertura internacional da Copa do Mundo de 2026. A mais nova patrocinadora oficial confirmada é a Domann contabilidade, escritório de Ponta Grossa que atua com foco em planejamento tributário estratégico, consultoria empresarial e estruturação societária.

Com uma proposta voltada à segurança jurídica, previsibilidade tributária e tomada de decisões estratégicas, a Domann oferece soluções para pequenas e médias empresas que buscam crescimento sustentável e proteção patrimonial em um cenário de constantes mudanças na legislação brasileira.

O diferencial do escritório está na integração entre Direito Tributário, Contabilidade e estratégia empresarial, permitindo uma visão ampla da realidade de cada negócio. A atuação envolve diagnóstico tributário, análise de riscos, identificação de oportunidades legais, adequação de regimes fiscais e preparação das empresas para os impactos da Reforma Tributária.

Segundo a filosofia de trabalho da empresa, cada negócio possui características próprias e exige uma análise individualizada, evitando soluções genéricas e priorizando estratégias alinhadas aos objetivos de cada cliente.

Além do planejamento tributário, a Domann também atua na estruturação societária, reorganização empresarial e consultoria preventiva, auxiliando empresários na construção de operações mais seguras e eficientes.

PG na Copa DBL Turismo levará os Campos Gerais para os Estados Unidos

A equipe do Grupo Em PG É Assim embarca no próximo dia 9 de junho para os Estados Unidos, onde realizará uma cobertura especial da Copa do Mundo de 2026. O projeto passará por cidades como Nova York, Filadélfia e Miami, acompanhando os jogos da Seleção Brasileira e produzindo conteúdo diário para o portal, Instagram, Facebook, YouTube e demais plataformas do grupo.

A proposta é mostrar muito mais do que os jogos. A equipe irá produzir entrevistas com torcedores, reportagens especiais, transmissões ao vivo, bastidores da Copa do Mundo, atrações turísticas, curiosidades das cidadessede e experiências que aproximem o público da atmosfera do maior evento esportivo do planeta.

Diferentemente de uma cobertura convencional, o projeto acompanhará a trajetória da Seleção Brasileira durante a competição. Por isso, o retorno da equipe ao Brasil ainda não possui uma data definida, já que a permanência nos Estados Unidos dependerá do avanço da equipe nas fases eliminatórias do torneio.

O projeto conta com a DBL Turismo como patrocinadora master e reúne um grupo de empresas e instituições que acreditaram na iniciativa e estarão presentes durante toda a cobertura internacional.

Entre os participantes estão UPTIME, Shelby Conveniência, TRC Distribuição, Tuma Produções, QDRA, Verza Store, Mtech, Yongster Esportes, Bons de Briga, Retiturbo, Casa de Carnes Presner, MS CAR Veículos, Wulf Hospital Veterinário, Farmácia Bom Jesus, Panificadora Bom Gosto, Vizyons Tecnologia, Hamburgueria 13, Túnel do Tempo, Bem Estar Natural, Red Sync, CBC Seguros, Joka Transportes, Papiros Papelaria, Magda Tur, ACIPG, Grupo Barigüi, Eterno QR Code e agora também a Domann contabilidade.

Ao longo da viagem, essas marcas estarão integradas aos conteúdos produzidos diretamente dos Estados Unidos, fortalecendo uma iniciativa que levará o nome de Ponta Grossa para milhões de visualizações durante a Copa do Mundo.

Projeto de Stocco garante acesso digital a exames laboratoriais feitos pela Prefeitura

O vereador Geraldo Stocco (PV) protocolou um projeto de lei (PL 198/2026) que prevê que todos os exames laboratoriais realizados na rede pública municipal de saúde sejam disponibilizados via sistema digital. A proposta de Geraldo visa desburocratizar o acesso do(a) paciente aos exames e também tornar mais dinâmico o acesso da equipe médica aos resultados.

“Nossa proposta é que o paciente receba no momento da realização ou do agendamento do exame um Qr Code ou login e senha para acessar o resultado remotamente via sistema da Prefeitura ou aplicativo”, explica Geraldo. “Pensamos neste projeto para tornar o acesso mais fácil, como forma de economia e também de acessibilidade.

Stocco lembra que atualmente os pacientes do sistema municipal necessitam deslocar-se presencialmente até as Unidades Básicas de Saúde apenas para retirada de exames laboratoriais. “Esse deslocamento gera filas, custos operacionais ao Município, perda de tempo dos usuários e sobrecarga das equipes de atendimento”, explica o parlamentar.

A proposta de Stocco prevê que a Prefeitura disponibilize mecanismos de acessibilidade digital para os(as) pacientes que tenham dificuldade de acesso digital e o acesso via sistema não vai impedir o fornecimento do resultado físico do exame.


“A medida traz inúmeros benefícios à população, como redução de filas e aglomerações nas UBS, diminuição de deslocamentos desnecessários, maior comodidade aos pacientes e agilidade no acesso aos resultados”, defende Stocco.

Além disso, o vereador entende que a proposta fortalece a transparência e o acesso à informação, incentiva à modernização administrativa e melhora no fluxo de atendimento das unidades de saúde.

“Essa mudança ainda incentiva a ampliação da inclusão digital nos serviços públicos, reduz o tempo de espera para atendimento presencial e traz maior autonomia do paciente sobre suas informações médicas”, conta Geraldo.

A iniciativa já é realidade em várias outras cidades brasileiras como Campo Grande (MS), Marabá (PA) e Votuporanga (SP). A proposta passará pelas comissões internas da Casa de Leis antes de ser votada em plenário.