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DJ que se apresenta nos maiores palcos do mundo desembarca em PG

Foto: Divulgação

A próxima terça-feira (30) promete ser histórica em Ponta Grossa. O aniversário de um ano do Submerso (Avenida Bonifácio Vilela, 919) contará com a presença de um DJ que trilha uma jornada que começou em Goiânia (GO) e hoje chega aos maiores palcos do mundo da cena eletrônica. Illusionize desembarca na véspera de feriado do Dia do Trabalhador para uma noite especial, embalada pelo seu estilo único, o “Brazilian Bass” ou “Low Bass”.

A organização tem a assinatura da MGPRD Produções & Eventos, que está a frente do club desde sua abertura. O Submerso vem seguindo a risca sua proposta inicial de contar com a apresentação dos maiores DJs do Brasil. Pelo club já passaram Mochakk, Ratier, Dnox, Kolombo, Gui Boratto, Zac e Beltran. Agora é a vez do Illuzionize, apelidado como garoto do chapéu e ficou bastante conhecido principalmente pela sua produção em parceria com Chemical Surf e Sharam Jey, a track “Bass”. Além dessa música, hits como “Take”, “Time”, “Better Day” e “Bring it Back” estouraram pelo mundo.

Os ingressos podem ser adquiridos na loja Treme Terra do piso 2 do Shopping Palladium (Rua Ermelino de Leão, 703, Olarias) ou então pelo site ingressonacional.com.br.

Agenda

Em julho o Submerso/MGPRD promete mais um grande evento para Ponta Grossa para marcar o primeiro ano de operação do club. Dessa vez o palco será o Clube Ponta Lagoa. A data escolhida é 25/07 (quinta-feira, véspera de feriado). A realização contará com a parceria de uma marca muito conhecida da cena eletrônica de Santa Catarina.

Mulher que se passava por advogada é indiciada por estelionato em PG

Foto: PCPR

Nesta quarta-feira (24), a Polícia Civil de Ponta Grossa, através do setor operacional da 13ª SDP, concluiu um Inquérito Policial e realizou o indiciamento de uma mulher, de 29 anos, suspeita de praticar o crime de estelionato (art. 171 CP) e falsificação de documento 9art. 298 CP).

Através de três boletins de ocorrência registrados por três vítimas, chegou ao conhecimento das autoridades, a suposta prática do crime de estelionato. Onde, esta mulher, atuava como se fosse advogada mesmo não possuindo registro nos quadros da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

A primeira situação ocorreu em 2020, onde a mesma se aproveitou da confiança de um conhecido e ofereceu seus serviços advocatícios, se apresentando como advogada, inclusive com procuração fraudulenta de um escritório regularmente em funcionamento. Depois, em 2022, a mesma utilizou-se do argumento de que era advogada e alegou que iria ingressar com ação trabalhista para a mãe desta vítima.

Posteriormente, com o falecimento desta vítima, entrou em contato com seu filho, alegando que precisaria dar continuidade ao processo trabalhista, e que, para isso, precisaria da documentação do filho, e este precisaria arcar com novos honorários. Após algum tempo, o homem (filho da primeira vítima então falecida) começou a desconfiar da situação, considerando que a falsa advogada em nenhum momento lhe prestava contas, nem fornecia informações sobre o suposto andamento do processo trabalhista.

Com a desconfiança de que poderia estar sendo enganado, o homem procurou outro advogado, o qual verificou que a mulher NÃO era registrada na OAB, tampouco havia ingressado com qualquer ação trabalhista para sua mãe, e muito menos dado continuidade ao processo para o filho.

Por fim, a Polícia Civil descobriu que em nenhum momento a mulher trabalhou para o escritório cuja procuração apresentava para as vítimas, sendo que a mulher que se apresentava como advogada falsificou o documento, inserindo seu nome no corpo da procuração e suprimindo o número de registro na OAB.

As penas máximas dos crimes em tela podem chegar a 10 (dez) anos de prisão, além de multa. A PCPR orienta a população para que, caso sintam-se vítimas de situações similares, procurem a Delegacia mais próxima para registro da ocorrência.

A advocacia é peça fundamental ao sistema da justiça, e casos como este merecem ser exemplarmente punidos, garantido a integridade dos advogados que regularmente desempenham seu papel com excelência e zelo.

PM apreende 2 toneladas de maconha em caminhão no Paraná

Polícia Militar apreende 2 toneladas de maconha em caminhão em Iguaraçu | Foto: PMPR

Uma operação conduzida por policiais militares do Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv) resultou na apreensão de um caminhão que transportava arroz carregado também com drogas na cidade de Iguaraçu, na terça-feira (23). Os militares realizavam abordagens de rotina na rodovia quando abordaram esse veículo e um cão de faro indicou a presença de ilícitos. Foram encontradas duas toneladas de maconha. O condutor, um homem de 30 anos de nacionalidade paraguaia, foi preso. Ele pegou a droga em Foz do Iguaçu e estava levando as substâncias para Araguari (MG).

As forças policias apreenderam drogas em outras ações nesta semana, reforçando o combate ao tráfico de drogas. Em Foz do Iguaçu, a Polícia Militar realizou a apreensão de 90 kg de maconha no pátio de um posto de combustível localizado na região de Três Lagoas na terça-feira (23). Após receberem uma denúncia anônima, policiais das Rondas Ostensivas Tático Móvel (ROTAM) do 14º Batalhão da Polícia Militar (BPM) encontraram um veículo GM/Corsa de cor azul. O condutor foi detido e encaminhado para a 6ª Subdivisão Policial.

Em Presidente Castelo Branco, na região Noroeste, policiais do 8º Batalhão de Polícia Militar (8º BPM)  apreenderam 297 kg de maconha e recuperaram um veículo furtado durante um patrulhamento de rotina. Eles abordaram um Jeep Compass e encontraram no banco traseiro e no porta–malas diversos pacotes contendo substância análoga à maconha. O condutor do veículo, um jovem de 25 anos, foi detido no local. O carro tinha sido furtado em Limeira, no interior de São Paulo.

Na segunda-feira (22), em Tapira, também no Noroeste, policiais do 7º Batalhão de Polícia Militar (7º BPM) perseguiram um veículo Montana por cerca de sete quilômetros e localizaram no carro 15 fardos contendo 521,950 kg de pasta base de cocaína. O veículo também estava equipado com um dispositivo de rastreamento e dois celulares foram recuperados no local. Os materiais apreendidos foram encaminhados à 19ª Delegacia de Polícia Civil de Cidade Gaúcha, que agora lidera as investigações.

Na Região Metropolitana de Curitiba, uma outra operação nesta terça-feira (23) culminou na apreensão de 1,235 kg de cocaína, distribuídos em 1.839 buchas, e 1,028 kg de crack, divididos em 1.050 buchas, em um apartamento no bairro Estância, em Pinhais. Além das drogas, foi encontrado um montante de R$ 2.404,20 em notas diversas. Essa ação também contou com auxílio da Companhia de Operação com Cães.

Apreensão em Curitiba | Foto: PMPR

Anvisa publica resolução que proíbe cigarro eletrônico no Brasil

Foto: Acervo/Em PG é Assim!

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou nesta quarta-feira (24) resolução que proíbe a fabricação, a importação, a comercialização, a distribuição, o armazenamento, o transporte e a propaganda de dispositivos eletrônicos para fumar, popularmente conhecidos como cigarro eletrônico.

O texto define os dispositivos eletrônicos para fumar como “produto fumígeno cuja geração de emissões é feita com auxílio de um sistema alimentado por eletricidade, bateria ou outra fonte não combustível, que mimetiza o ato de fumar”. Estão incluídos na categoria e, portanto, proibidos:

– produtos descartáveis ou reutilizáveis;

– produtos que utilizem matriz sólida, líquida ou outras, dependendo de sua construção e design;

– produtos compostos por unidade que aquece uma ou mais matrizes: líquida (com ou sem nicotina); sólida (usualmente composta por extrato ou folhas de tabaco – trituradas, migadas, moídas, cortadas ou inteiras, ou outras plantas); composta por substâncias sintéticas que reproduzam componentes do tabaco, de extratos de outras plantas; por óleos essenciais; por complexos vitamínicos, ou outras substâncias;

– produtos conhecidos como e-cigs, electronic nicotine delivery systems (ENDS), electronic non-nicotine delivery systems (ENNDS), e-pod, pen-drive, pod, vapes, produto de tabaco aquecido, heated tobacco product (HTP), heat not burn e vaporizadores, entre outros.

A publicação proíbe ainda o ingresso no país de produto trazido por viajantes por qualquer forma de importação, incluindo a modalidade de bagagem acompanhada ou bagagem de mão. “O não cumprimento desta resolução constitui infração sanitária”, destacou a Anvisa no texto.

Entenda

Na última sexta-feira (19), a diretoria colegiada da Anvisa decidiu por manter a proibição de cigarros eletrônicos no Brasil. Os cinco diretores da agência votaram para que a vedação, em vigor desde 2009, continue no país. Com a decisão, qualquer modalidade de importação desses produtos fica proibida, inclusive para uso próprio.

Em seu voto, o diretor-presidente da Anvisa e relator da matéria, Antonio Barra Torres, leu por cerca de duas horas pareceres de 32 associações científicas brasileiras, além de posicionamentos dos ministérios da Saúde, da Justiça e Segurança Pública e da Fazenda. Ele citou ainda consulta pública realizada entre dezembro de 2023 e fevereiro deste ano sobre o tema.

Em seu relatório, Barra Torres se baseou em documentos da Organização Mundial de Saúde (OMS) e da União Europeia e em decisões do governo da Bélgica de proibir a comercialização de todos os produtos de tabaco aquecido com aditivos que alteram o cheiro e sabor do produto. Ele lembrou que, esta semana, o Reino Unido aprovou um projeto de lei que veda aos nascidos após 1º de janeiro de 2009, portanto, menores de 15 anos, comprarem cigarros.

A representante da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) no Brasil, Socorro Gross, apontou que o país é reconhecido internacionalmente por sua política interna de controle do tabaco desde o século passado. “Essa medida protege, salva vidas, promove efetivamente a saúde pública e é um passo crucial para um ambiente mais saudável e seguro para todas as pessoas”.

Também foram apresentados argumentos pedindo a regulamentação do consumo e da venda dos produtos pela Anvisa, apontando a redução de danos aos fumantes de cigarro comum e o combate à venda ilegal de produtos irregulares, sem controle toxicológico e de origem desconhecida.

O diretor da British American Tobacco no Brasil, Lauro Anhezini Júnior, afirmou que consumidores estão sendo tratados como cidadãos de segunda classe. O representante da indústria de cigarros pediu que as decisões sejam tomadas com base na ciência. “Não é a ciência apenas da indústria, é a ciência independente desse país que também comprova que se tratam de produtos de redução de riscos. Cigarros eletrônicos são menos arriscados à saúde do que continuar fumando cigarro comum”.

O diretor de Comunicação da multinacional Philip Morris Brasil, Fabio Sabba, defendeu que a atual proibição tem se mostrado ineficaz frente ao crescente mercado ilícito e de contrabando no país. “Ao decidir pela manutenção da simples proibição no momento que o mercado está crescendo descontroladamente, a Anvisa deixa de cumprir o seu papel de assegurar que esses 4 milhões de brasileiros ou mais consumam um produto enquadrado em critérios regulatórios definidos. É ignorar que o próprio mercado está pedindo regras de qualidade de consumo”.

Os dispositivos

Os dispositivos eletrônicos para fumar são também conhecidos como cigarros eletrônicos, vape, pod, e-cigarette, e-ciggy, e-pipe, e-cigar e heat not burn (tabaco aquecido). Embora a comercialização no Brasil seja proibida, eles podem ser encontrados em diversos estabelecimentos comerciais e o consumo, sobretudo entre os jovens, tem aumentado.

Desde 2003, quando foram criados, os equipamentos passaram por diversas mudanças: produtos descartáveis ou de uso único; produtos recarregáveis com refis líquidos (que contém, em sua maioria, propilenoglicol, glicerina, nicotina e flavorizantes), em sistema aberto ou fechado; produtos de tabaco aquecido, que possuem dispositivo eletrônico onde se acopla um refil com tabaco; sistema pods, que contém sais de nicotina e outras substâncias diluídas em líquido e se assemelham a pen drives, entre outros.

A maioria dos cigarros eletrônicos usa bateria recarregável com refis. Esses equipamentos geram o aquecimento de um líquido para criar aerossóis (popularmente chamados de vapor) e o usuário inala o vapor.

Os líquidos (e-liquids ou juice) podem conter ou não nicotina em diferentes concentrações, além de aditivos, sabores e produtos químicos tóxicos à saúde – em sua maioria, propilenoglicol, glicerina, nicotina e flavorizantes.

No site da Anvisa, é possível ter mais informações sobre os cigarros eletrônicos.

Informações retiradas da Agência Brasil

Domingo especial com feijoada e churrasco no Maverick

Neste domingo (28), o Maverick oferece um dia mais que especial para você, desfrute e aproveite de uma boa variedade de pratos, bebidas e aperitivos. Além de uma gastronomia deliciosa, o Maverick oferece um espaço lindo e aconchegante para você!

Horário e Entretenimento: A partir das 11h30, você está mais que convidado para um almoço incrível, acompanhado de pratos deliciosos.

Cardápio

Entrada

Principal

Sobremesa

Bebidas

Preços e Reservas

O valor por pessoa é de R$99. Crianças até 10 anos não pagam, de 11 a 17 anos pagam R$60. As vagas são limitadas, então garanta seu lugar fazendo sua reserva pelo WhatsApp (42)991098520.

PG recebe canal de denúncias via WhatsApp para fiscalizar criadouros de mosquito da dengue

Foto: PMPG/Reprodução

A Prefeitura de Ponta Grossa lançou o canal exclusivo para denúncias envolvendo possíveis focos do mosquito da dengue. Por meio do WhatsApp (42) 99830-3526, das 8h às 17h, o munícipe pode relatar situações como terrenos abandonados com água parada, inclusive com o envio de fotos.

“Todos nós precisamos fazer a nossa parte, eliminando possíveis criadouros do mosquito transmissor da dengue. Preocupados com o avanço da doença, estamos criando um serviço em que a população pode nos ajudar a combater o mosquito transmissor da dengue. Todos nós precisamos nos unir e cada pessoa pode ajudar muito nesta batalha”, afirma a prefeita Elizabeth Schmidt.

A Prefeitura tem tomado várias medidas tanto para conter o avanço da dengue quanto para garantir o atendimento aos pacientes com sintomas. Uma tenda instalada no estacionamento da UPA Santa Paula atendeu em três dias 1.135 pacientes que foram avaliados na triagem e classificação de risco. Além desses pacientes, outros 428 atendimentos a crianças foram realizados no ambulatório pediátrico da UPA, totalizando 1.563 atendimentos.

“Apesar de termos aumentado a estrutura de atendimento das UPAs, é importante destacar que, em caso de sintomas de dengue, como febre, dores no corpo, dor de cabeça, dor atrás dos olhos e manchas vermelhas pelo corpo, a população deve procurar a Unidade de Saúde mais próxima da sua casa ou as Unidades Sentinelas, evitando a superlotação da UPA”, ressalta a presidente da Fundação Municipal de Saúde, Priscila Degraf.

Mutirões

Além do reforço no atendimento a casos da doença, as ações de combate ao mosquito da dengue estão sendo intensificadas. Equipes estão percorrendo a cidade para fiscalizar possíveis focos do Aedes Aegypti. Os mutirões contam com a participação de 100 alunos do curso de formação da Guarda Municipal. Com o uso de drones, a Guarda fiscaliza locais de difícil acesso.

A contratação de 50 trabalhadores braçais para atuar no recolhimento do lixo acumulado é outro reforço empregado nas ações de combate à dengue.

As vistorias em busca de focos do mosquito contam também com equipes da Secretaria de Meio Ambiente e do Departamento de Urbanismo, que estão providenciando imediatamente a limpeza de terrenos baldios com lixo acumulado e possíveis focos do mosquito transmissor da doença.

Substituição de lâmpadas comuns por LED avança no Ouro Verde

Foto: PMPG/Reprodução

A Prefeitura de Ponta Grossa está avançando na substituição de lâmpadas convencionais por LED no Ouro Verde. Entre as ruas contempladas estão Luís Sozim, Jaspe, Pedro Domingues, do Chalé e Esmeralda Verde.

A prefeita Elizabeth Schmidt destacou a importância da iniciativa, que está avançando em todos os bairros de Ponta Grossa. “Estamos falando de segurança e de inclusão. Com mais iluminação nas ruas, nossos cidadãos terão mais liberdade para passeios noturnos e, como consequência, mais qualidade de vida e segurança”, destaca a prefeita.

A implantação do LED na cidade é resultado de Parceria Público-Privada (PPP) com a Enel-x, empresa vencedora do consórcio Ponta Grossa-Luz. O investimento total para o serviço é de R$ 114 milhões, abrangendo a substituição de 50 mil pontos de iluminação em toda a cidade.

Os trabalhos tiveram início em março deste ano, começando pela Avenida Visconde de Mauá. Diversas ruas em diferentes bairros já foram contempladas com a substituição das lâmpadas convencionais por LED.

A PPP de Iluminação Pública de Ponta Grossa foi consolidada após o consórcio Ponta Grossa-Luz vencer uma concorrência em maio, com o referido investimento. Todo o processo é coordenado pela Enel-X, e os documentos relacionados à PPP estão disponíveis para consulta no site consultapublica.pontagrossa.pr.gov.br.

Obituário em Ponta Grossa, 23/04

Carolina Brigolla

Cemitério: Santa Luiza

Velório: Capela do Luto Santana

Ketter Maschio

Cemitério: Fernandes Pinheiro

Velório: Capela do Luto Santana

Tereza Juracy Cunha Baptista

Cemitério: Padre Pedro Fuss Em São José dos Pinhais

Velório: Em Outro Município, Palmeira

Massa de ar quente e seco atinge parte do Brasil até sábado

Foto: PMPG/Reprodução

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) prevê que entre esta quarta-feira (24) e sábado (27), uma massa de ar quente e seco atingirá áreas das regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul do Brasil. Em Mato Grosso do Sul, as temperaturas máximas podem passar dos 36°C.

No entanto, o Inmet explica que elevação das temperaturas ainda não caracteriza uma nova onda de calor, como as que ocorreram em 2023 e no primeiro trimestre deste ano. Para ser classificada como onda de calor, as temperaturas máximas devem ficar 5ºC acima da média mensal pelo período de, no mínimo, dois a três dias consecutivos, em determinada área de abrangência.

A partir do domingo (28), a previsão é que as temperaturas mais elevadas se concentrem em Mato Grosso do Sul, São Paulo e no Paraná, mas diminua no restante do país.

Com informações: Agência Brasil

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Foto: Portal Em PG é Assim! – Acervo

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