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Museu Campos Gerais reabre prédio histórico depois de duas décadas

Texto por Jéssica Natal e Fotos por Aline Jasper, Jéssica Natal e Domitila Gonzalez, cedidos pela UEPG

Na noite desta quinta-feira (20), quem passou pela Rua Engenheiro Schamber via as luzes acesas e as portas abertas. Pelas frestas das janelas, já se viam os sorrisos e os olhares atentos. Todo o cenário foi montado por um motivo: o prédio histórico do Museu Campos Gerais da Universidade Estadual de Ponta Grossa (MCG-UEPG) voltou. Depois de mais de duas décadas sem atividades, o local se reencontrou com a comunidade e apresentou três exposições simultâneas.

Ao subir os primeiros degraus da escada de mármore e ir para o lado esquerdo, podem ser vistas as salas da “Aula de Anatomia”, exposição em parceria com o Museu de Ciências Forenses. Do outro lado, está “Meu Coração de Polaco Voltou”, que resgata as raízes de Paulo Leminski. Basta subir um pouco mais as escadas de madeira, seguir para o lado direito e conferir as peças de “Albary, o Prefeito”.

No peito, o sentimento é de missão cumprida. “Este é um momento importante para a UEPG, porque devolvemos o prédio para a comunidade. Mais do que uma abertura, este momento simboliza o retorno de um espaço que faz parte da história moderna”, destaca o reitor da UEPG, professor Miguel Sanches Neto.

Em fevereiro, a instituição realizou a entrega do restauro – a noite de ontem marcou o reencontro com o público. “Aqui é um espaço de cultura, mas também de ensino e pesquisa, em um prédio icônico, que precisava ser devolvido para a comunidade, e é por isso que a universidade pública tem um papel importante para a desenvolvimento da cultura e ciência das comunidades”.

Que momento. Não deu pra esconder a alegria e gratidão por finalmente ver tudo pronto no olhar do diretor do MCG, Niltonci Batista Chaves.

“A nossa equipe está extremamente feliz de poder retomar os trabalhos no prédio”. Há uma importância histórica e cultural sobre tudo o que constitui o espaço. “Por toda essa afetividade que existe da nossa população com o prédio do antigo fórum, a equipe está absolutamente integrada ao processo, muito feliz e com uma expectativa grande de poder voltar a receber as pessoas aqui”, completa.

O público pode conhecer as mostras e conferir toda a beleza de um Museu totalmente restaurado e, em breve, a expectativa é que todas as salas sejam ocupadas com exposições.

Toda a atmosfera de cultura impactou também o coordenador de Ensino Superior da Superintendência Geral de Ciências, Tecnologia e Ensino superior (Seti) para Cultura e Museus, Renê Wagner Ramos. Emocionado em seu discurso, ele ressaltou a importância de existência de museus para as pessoas.

“Um museu, antes de tudo, significa a visão que uma sociedade tem do seu futuro. Quem não investe em museu e na compreensão do seu passado, não tem futuro”. Ciência é um direito e, segundo o Renê, a defesa dela garante a liberdade de que todos tenham acesso a ela. “É uma alegria estar na abertura do Museu, é uma sensação especial sentir aqui toda a emoção das pessoas”, salienta.

Gratidão

No meio do público, tinha um olhar que viu tudo começar. Maria Aparecida Gonçalves mal podia acreditar que estava presenciando o recomeço do espaço que ela viu nascer. A professora aposentada do Departamento de História foi a primeira diretora do Museu, nos anos 80. “Quando viemos pra cá, praticamente era eu e a escada por aqui”, relembra. Hoje, ambas permanecem em pé, para uma nova história. A primeira exposição foi feita de fotos da cidade, que a equipe solicitou para a comunidade. “Fomos pedindo fotografias e objetos das pessoas, para remontar o centenário de Ponta Grossa. Lembro de ver a confecção do primeiro mobiliário e, aos poucos, fomos montando a primeira exposição, ainda mais modesta”. 

Sentada no meio da plateia, ela recebeu um agradecimento especial de Niltonci, por ter guiado ele e a muitos profissionais de História pelo caminho da arte. Ver o resultado de um local reformado, pronto para contribuir para a trajetória cultural de uma região é um privilégio, segundo ela. “É uma emoção muito grande ver o progresso de todos que vieram depois de mim. Me sinto tão feliz de estar aqui e saber que pude contribuir, vendo toda essa mudança tão maravilhosa que foi realizada aqui”. Maria recorda das vezes que chamava escolas para visitas em grupo no Museu e em como todos se acomodavam na sala do júri para ouvir as palestras. “Foi tempo muito agradável, repleto de emoções, tínhamos algumas dificuldades em conseguir as coisas naquela época, mas vejo que hoje existe um trabalho maior pelo espaço. Graças a Deus estou viva para ver o trabalho frutificar”, finaliza.

Como foram pensadas as exposições

As salas foram selecionadas conforme o tamanho das disposições, para evidenciar o conjunto específico de objetos e informações. É o que explica o diretor de acervos e pesquisa, professor Robson Laverdi.

“Nós procuramos olhar o tamanho das salas, mas também observar as possíveis reações do público nos diferentes espaços, por conta de iluminação e dos artefatos que fazem o suporte dos materiais expostos”. 

Ao receber três exposições, cada uma com suas peculiaridades e características próprias, a equipe encarou o desafio de suprir todas as exigências das mostras.

“Cada um aqui no museu tem uma habilidade ou desenvolve uma função, que nesses momentos de preparação de uma exposição sempre são utilizados na sua máxima atenção. A equipe toda está preparada e ansiosa para que o público possa opinar sobre o próprio prédio novo e tudo que está sendo apresentado”, complementa o professor.

Dentre as três, uma delas é inédita fora da capital. A exposição “Aula de Anatomia” trará corpos mumificados, órgãos humanos e objetos de autópsia pertencentes ao Museu de Ciências Forenses. É a primeira vez que o acervo sai de Curitiba e fica alocado em outro Museu, com o objetivo de gerar uma narrativa própria para ações educativas. O acervo conta com peças que existem desde 1910, quando então era conhecido como Museu do Crime, constituído por objetos relacionados a delitos.

E nada de foto lá dentro. Por se tratar de conteúdo sensível, as pessoas que entrarem devem estar cientes de que o Museu do Crime retratou a violência e as deficiências do corpo humano. Somente maiores de 12 anos (menores de idade acompanhados pelos responsáveis) poderão entrar nessas salas. Como conta o diretor de Ação Educativa do MCG, professor Ilton Cesar Martins, que intermediou a vinda da exposição ao MCG, o “Aula de Anatomia” contará com instrumentos e equipamentos utilizados desde o início das atividades periciais no Paraná.

“Além de livros, documentos e arquivos fotográficos, de ossos e outras peças anatômicas consideradas interessantes para o estudo da medicina legal, o público verá que o conhecimento do corpo humano é essencial para a prática forense”. 

Residente em Ponta Grossa há pouco mais de três anos, Ilton não esconde o orgulho e a ansiedade em participar da reabertura do Museu.

“A entrega de um aparelho cultural, simbolicamente e afetivamente tão importante para a população da cidade, é muito importante. Espero que todos usufruam sempre que puderem e quiserem do MCG, um espaço público, gratuito, democrático e acessível”, completa.

A parceria entre os Museus acontece desde 2023, por meio da exposição “V ou F: venha ser um cientista forense”, que estava anteriormente no MCG. Fabíola Schützenberger Machado, diretora do Museu de Ciências Forenses, explica que o material exposto é delicado e exige bastante cuidado no manejo.

“É muito importante pra gente que outras pessoas possam conhecer esse acervo. Nós temos sedes da Polícia Científica em 20 cidades do Paraná, mas o Museu nós só temos em uma, então levar o trabalho da perícia para outros lugares é bem significativo”. O desejo para que esta parceria não seja a última é o imperativo na fala de Fabíola. “Esse apoio da Universidade é muito importante para o Museu. Sem essa rede é difícil desenvolver as atividades, de pensar em novas ideias e em novas pesquisas, e junto da UEPG ficamos mais fortes”.

O coração voltou 

Neto de colonos poloneses por parte de pai, Paulo Leminski tem obras carregadas de referências à cultura polonesa. E são estas raízes que estão à mostra no “Meu Coração de Polaco Voltou”. Quem passar pelas salas verá uma série de documentos originais, livros, painéis com reprodução de textos, fac-símiles e fotos do acervo particular de Leminski, com curadoria de Aurea Leminski e Estrela Ruiz Leminski. A brasilidade do poeta e escritor não o impediu de assumir com orgulho o seu coração polaco, como afirma Aurea. “Este projeto garante a difusão da obra do artista, das tradições polonesas, além de reforçar a importância do legado do autor e sua relação orgânica com a comunidade brasileira”. A mostra nasceu em 2015, em Curitiba, e já passou por Porto Alegre, São José dos Pinhais, Foz do Iguaçu, Palmeira e por diversas cidades da Polônia, como Varsóvia e Poznan. 

A parceria com o MCG é de longa data. Desde que a exposição “Múltiplo Leminski” esteve no Museu em 2021, as equipes já estavam discutindo a possibilidade de fazer novas exposições sobre Leminski. “Com a conclusão do restauro do prédio histórico, vimos uma excelente oportunidade de incluir a exposição na programação de abertura. Estamos muito felizes em compartilhar com os visitantes de Ponta Grossa outros aspectos da vida e obra de Paulo Leminski, especialmente neste ano em que celebramos os 80 anos de seu nascimento”, ressalta Aurea, que celebra o momento especial da reabertura para a cidade, Museu e UEPG.

“Estamos muito orgulhosas de que a nossa exposição faça parte deste momento histórico para a cidade, com a abertura da nova sede do Museu Campos Gerais. Estamos testemunhando um marco na profissionalização da instituição, que agora conta com um espaço expositivo de excelência”, finaliza.

Quem fez questão de comparecer à abertura da exposição foi a cônsul-geral da República da Polônia em Curitiba, Marta Olkowska. Marta esteve na Reitoria da UEPG na parte da manhã, onde, recebida pelo reitor Miguel Sanches Neto, pelo chefe de gabinete Rauli Gross e pela professora Vera Lucia Martiniak, pôde se familiarizar com a história do MCG e o processo de restauro, concluído em janeiro de 2024. Impressionada com a estrutura da UEPG, a cônsul parabeniza a Universidade pelas ações desenvolvidas.

“Tudo isso é muito interessante, não passava na minha cabeça que vocês eram tão envolvidos na comunidade. É uma surpresa, quando eu cheguei aqui, eu pensei uma coisa, e é muito bom saber que vocês estão nessa vanguarda, é bom ouvir essa vontade de vocês de estar à frente”, declara.

Ex-prefeito 

Albary Guimarães foi um dos gestores mais importantes que a cidade já teve. Esta é a perspectiva que a exposição “Albary, o Prefeito” procura mostrar. “Há quase 100 anos, ele promoveu um saneamento financeiro na cidade e pagou todas as dívidas, isso os dados nos provam”, afirma Niltonci, também curador da mostra. Guimarães foi prefeito de Ponta Grossa entre 1934 e 1944. A trajetória desta década estará presente com objetos, roupas, livros e documentos, do acervo do próprio Museu e da família do ex-prefeito. Participaram da organzação desta exposição Edson Armando Silva, Carmencita de Holleben Mello Ditzel e Rosângela Wosziack Zulian.

“No nosso entendimento, a grande importância do Albary foi pensar a cidade para o futuro, pois ele promoveu uma grande reforma urbana em Ponta Grossa”, explica Niltonci.

Foi Albary quem planejou o desenvolvimento da cidade nas décadas seguintes, tornando o município relevante no cenário paranaense. Juntamente com a trajetória política e memórias familiares, a exposição também mostra a relação de Albary com outras duas figuras fundamentais: Manoel Ribas; que era um interventor do estado, cargo similar ao Governador; e Getúlio Vargas, Presidente da República.

“Então a exposição explora essa relação dos três líderes públicos, porque eles ocuparam o poder no mesmo período nas décadas de 30 e 40”. Em breve, mais exposições virão para integrar as que estão em mostra. “No próximo mês nós devemos entrar com a comemoração do Centenário do Poty Lazzarotto, que vem do Museu Oscar Niemeyer”, informa.

A equipe do MON estará nesta sexta-feira (21), para uma visita técnica ao MCG e acertar os detalhes.

Histórico

A primeira vez que o prédio histórico abriu as portas foi em 04 de janeiro de 1928, como símbolo do Poder Judiciário. Foi a data da inauguração do Fórum da Comarca de Ponta Grossa, primeiro do interior do Paraná. Por ser um espaço de grandes proporções, juntamente funcionavam a Coletoria Estadual, a Delegacia de Polícia, tabelionatos, Cartórios do Crime e de Registro Civil e o atendimento jurídico gratuito ofertado pelo curso de Direito da UEPG. Depois de 55 anos, o prédio passou a ser do Museu Campos Gerais, em 28 de março de 1983, com transferência do Fórum para uma nova sede, em Oficinas. Por conta de danos estruturais, o Museu foi interditado em 2003 e transferido para outro prédio, na mesma quadra, esquina  as ruas Engenheiro Schamber e XV de Novembro. Enquanto pró-reitor de Extensão e Assuntos Culturais, o professor Miguel Sanches Neto, em 2008, entrou com uma licitação para restauro do edifício. Em 2010, a UEPG captou R$1 mi via Lei Rouanet, valor utilizado para reforma nos pontos mais emergenciais da estrutura: forro, vigamento e telhado, bem como a pintura externa e interna do pavimento térreo. Na época, o restauro não foi possível, mas foram realizados reparos que mantiveram a estrutura até 2021. Foi em 2022 em que a obra que deu nova vida ao prédio e o restauro iniciou, graças a uma verba de R$ 10,5 milhões, vindas do Fundo Nacional de Defesa de Direitos Difusos.

Serviço

As visitações individuais dispensam a necessidade de agendamento, em caso de visitas de grupos, a atividade deve ser combinada pelo e-mail museucamposgerais@uepg.br. O horário de atendimento é de terça-feira a sábado, das 9h às 11h45 e das 13h30 às 17h.

Com informações da UEPG e Fotos: Aline Jasper, Jéssica Natal e Domitila Gonzalez.

Acidente na BR-277 no km 124 deixa pista sentido Curitiba interditada

A BR 277 no km 124 na Serra de São Luiz do Purunã se encontra totalmente interditada no sentido Curitiba devido à um acidente. 

O acidente deixou uma vítima ferida e teve necessidade de resgate aéreo com pouso na pista para remoção da mesma. A previsão para resgate é de até 30 min, o acidente aconteceu na região da fábrica de cimento Itambé.

Com informações cedidas pela PRF

Livro em comemoração aos 70 anos da Orquestra Sinfônica de Ponta Grossa é lançado nesta sexta-feira

Foto: PMPG/Reprodução

O lançamento da obra do historiador Fábio Mauricio Holzmann Maia, pelas editoras Arte Telúrica e ABC Projetos Culturais, acontecerá no Centro de Música de Ponta Grossa (Conservatório de Música Maestro Paulino), na sexta-feira, dia 21 de junho, a partir das 19h, com a apresentação da Orquestra de Cordas de Ponta Grossa, e às 20h, com sessão de autógrafos e venda de livros.

“A Orquestra que Plantou Arroz” é um projeto aprovado pela Secretaria Municipal da Cultura, da Prefeitura de Ponta Grossa, com recursos da Lei Paulo Gustavo, do Ministério da Cultura do Governo Federal, e realizado pelas editoras Arte Telúrica e ABC Projetos Culturais.

Em 160 páginas de cultura, história e música, o autor traz as raízes da Orquestra Sinfônica de Ponta Grossa. A obra trata de pontos como a subsistência do grupo na década de 1950, que, por dificuldades financeiras, decidiu plantar arroz para garantir os recursos de manutenção, além de identificar os integrantes e o repertório musical tocado pelo grupo ao longo dos anos.

 O livro do historiador nasceu da sua pesquisa de 20 anos na área da história da música, ao investigar a presença de uma orquestra sinfônica em Ponta Grossa, num momento em que o Brasil tinha poucos conjuntos dessa natureza, o que também evidencia a importância de sua formação, em 4 de julho de 1954. “Oito amigos se reúnem para produzir música que eles consideravam de qualidade, pedem à diretoria do Clube Princesa do Campos (Clube Verde) que cedesse o espaço para que aos sábados eles pudessem fazer ensaios”, relata o autor sobre os primórdios do grupo.

Em 2024, são comemorados os 70 anos da criação da Orquestra Sinfônica de Ponta Grossa, data marcante para a cultura da Princesa dos Campos. O grupo recebeu carta de Eleazar de Carvalho, maestro da Orquestra Sinfônica Brasileira no ano de 1956, parabenizando a cidade por possuir uma orquestra sinfônica. O historiador afirma que a Orquestra está entre as dez primeiras no país, “ela é um produto do contexto cultural da cidade, é possível produzir cultura quando se tem um ambiente favorável, e Ponta Grossa contava muito com isso”.

O autor acrescenta que o grupo é um ambiente democrático, “essa é uma das características da Orquestra, do respeito à diversidade, do respeito ao outro e à opinião do outro, o ideal da música unia pessoas com pensamentos diferentes”. A obra será disponibilizada em formato impresso e em audiolivro, que conta com ambientação de música de orquestra, além da audiodescrição das imagens históricas presentes no encarte fotográfico.

Com informações da assessoria

Interligação de novos filtros afetará abastecimento em alguns bairros de Ponta Grossa na terça-feira (25)

Foto: Sanepar/Reprodução

A Sanepar informa que, devido à interligação de novos filtros na estação de tratamento de água em Ponta Grossa, programada para terça-feira (25), pode haver desabastecimento ou oscilação de pressão na rede nos seguintes bairros: Ronda, Boa Vista, Los Angeles, Contorno, Chapada, Periquitos, Santa Paula, Nova Rússia. Os serviços iniciam às 14 horas e devem ser concluídos até as 19 horas. A previsão é de normalização no abastecimento até o fim da noite de terça, de forma gradativa.

Em situações como esta, a orientação é que se faça uso da água priorizando alimentação e higiene pessoal.

Devem ficar sem água durante este período principalmente os clientes que não têm caixa-d’água no imóvel. A ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) recomenda que todos possuam o reservatório. A Sanepar sugere uma capacidade de pelo menos 500 litros. Assim, é possível ter água por 24 horas, no mínimo.

O Serviço de Atendimento ao Cliente Sanepar é feito pelo telefone 0800 200 0115, pelo e-mail atendimentoaocliente@sanepar.com.br ou ainda pelo WhatsApp (41) 99544-0115.

Ao entrar em contato, é preciso ter em mãos a conta de água ou o número da matrícula.

Para consultar esta e outras informações, use o aplicativo para celular Sanepar Mobile ou acesse o site da Sanepar: www.sanepar.com.br.

Com informações da Sanepar e Agência Estadual de Notícias

Brasil bate Tailândia e vai às semifinais da Liga das Nações de Vôlei

© Divulgação/ Volleyball World

O Brasil avançou às semifinais da Liga das Nações de Vôlei Feminino (LNV) ao derrotar a anfitriã Tailândia nesta quinta-feira (20), por 3 sets a 0 (25/21, 25/20 e 25/23), em Bangcoc. Única equipe ainda invicta no torneio e atual líder do ranking mundial, a seleção segue firme em busca do título inédito.

No próximo sábado (22), às 10h30 (horário de Brasília), as brasileiras enfrentam as japonesas por uma vaga na final da LNV. Os times já duelaram na primeira fase classificatória, com o Brasil virando o placar sobre as asiáticas até selar a vitória por 3 sets a 2. Se sair vitoriosa, a seleção brasileira disputará o título às 10h30 de domingo (23). 

O triunfo de hoje sobre a Tailândia foi o segundo no torneio – o Brasil já cravara 3 sets a 0 na fase classificatória. Nesta quinta (20), a capitã Gabi foi a maior pontuadora, com 16 acertos, seguida por Ana Cristina (14) e Rosamaria (11).

Na Olimpíada de Paris, a equipe comandada pelo técnico José Roberto Guimarães será cabeça de chave do Grupo B, que tem ainda Polônia, Japão e Quênia. O torneio de vôlei em Paris 2024 está programado para o período de 27 de julho a 11 de agosto. 

Liga das Nações de Vôlei Masculino

A seleção masculina de vôlei travou uma batalha acirrada contra os Estados Unidos na manhã desta quinta (20), mas acabou superada por 3 sets a 2 ( 25/21, 18/25, 25/21, 22/25 e 15/9), em Manila (Filipinas), em partida da terceira e última semana da fase classificatória.

Atual quarto colocado na classificação geral, com 20 pontos, o Brasil comandado pelo técnico Bernardinho volta a jogar às 4h desta sexta (21) contra o Canadá (5º). A lista de relacionados para o duelo foi definida nesta tarde. Apenas as sete seleções mais bem colocadas ao fim da primeira fase, mais a Polônia (país-sede da fase final do torneio), avançarão às quartas de final.

Apesar do revés no jogo de hoje (20), o oposto Alan foi o melhor em quadra, ao marcar 26 pontos, superando o norte-americano Defalco, com 21 acertos. Quem também brilhou pelo lado brasileiro foi o central Lucão, com 19 pontos.

Próximos jogos (fase classificatória)

Sexta (21) – 4h – Canadá x Brasil

Domingo (23) – 4h – França x Brasil

Fase final

De 27 a 30 de junho, em Lodz (Polônia)

Com informações da Agência Brasil

Com apoio do Falcão, PMPR apreende 1,2 tonelada de maconha em Cascavel

A Polícia Militar do Paraná (PMPR) apreendeu, na tarde desta quinta-feira (20) 1,24 tonelada de maconha em Cascavel, região oeste do Estado

A Polícia Militar do Paraná (PMPR) apreendeu na tarde desta quinta-feira (20), 1,24 tonelada de maconha em Cascavel, região Oeste do Estado. A ação começou quando os policiais militares receberam informações de que indivíduos estavam utilizando um veículo para transportar drogas. Com as características do carro, a aeronave Falcão 13 da PMPR decolou para auxiliar nas buscas.

A aeronave repassou a localização do veículo em tempo real aos policiais do 6º Batalhão de Polícia Militar, que o abordaram em frente a uma residência no bairro Jardim Canadá. No momento da abordagem, os ocupantes tentaram fugir para o interior do imóvel, mas foram alcançados.

Na garagem da casa havia mais dois veículos. Dentro de um deles havia uma pequena carga de cigarros contrabandeados e no outro os policiais encontraram vários fardos contendo maconha. Ao consultarem as placas, descobriram que um dos carros havia sido roubado em Curitiba.

Prosseguindo na diligência, os policiais encontraram no interior da casa vários fardos e tabletes de maconha, totalizando 1,24 tonelada da droga. Localizaram também uma balança, embalagens, produtos químicos e diversos outros utensílios utilizados na manipulação de entorpecentes. 

Quatro homens receberam voz de prisão e foram encaminhados à delegacia.

Itaipu Binacional firma investimento de R$ 17,1 milhões em Ponta Grossa

Foto: Israel Kaé/Itaipu | Reprodução

O diretor-geral brasileiro de Itaipu, Enio Verri, participou de uma cerimônia nesta quinta-feira (20), na Escola Municipal Professora Haydê Ferreira de Oliveira, em Ponta Grossa (PR), para marcar o início das obras de pavimentação e microdrenagem de ruas em regiões do entorno da Bacia do Rio Ronda.

O projeto prevê investimento de quase R$ 32 milhões em obras de pavimentação de 14 quilômetros nas vilas, além de drenagem, construção de passeios e sinalização, atendendo a uma população de cerca de 10 mil habitantes nas vilas Cristina, Hilgemberg, Natel, Santo Antônio, Maracanã, Lina e Clock.

O convênio acontece por meio do programa Itaipu Mais que Energia, que engloba as ações socioambientais da empresa, tais como Educação Ambiental, Desenvolvimento Rural Sustentável e Gestão por Bacias Hidrográficas. A Itaipu investirá R$ 17.171.960,32 e o restante do valor será pago pela prefeitura.

“Esse projeto é a cara da missão da Itaipu. Aqui é uma região com problemas de inundações, pontes muito frágeis, não há asfalto em boa parte da comunidade. A ideia é organizar tudo em termos de esgoto, de asfalto, de pontes, dando qualidade de vida a essa população”, destacou Enio Verri.

De acordo com a prefeita, Elizabeth Schmidt, “milhares de famílias que residem nas proximidades do Rio Ronda convivem há décadas com alagamentos”.

É o caso da diarista Jocelaine Santana, que mora há 30 anos na região e comemorou a chegada das obras. “Vai melhorar bastante, estamos confiantes, depois de muitos anos sofrendo com o rio, vamos ter melhorias”, disse.

Opinião partilhada por Arlete Chander, que há 50 anos aguarda melhorias na Vila Maracanã, onde mora.

“Faz muito tempo que a gente está esperando essa pavimentação, em dias de chuva aqui não tem como andar na rua. As crianças não têm como ir para a escola (…). Ainda bem que a Itaipu está aqui junto, isso é uma benção para nós”, afirmou.

O diretor administrativo da Binacional, Iggor Gomes Rocha, afirmou que a obra traduz o que é o projeto Itaipu Mais que Energia. “A realização da responsabilidade socioambiental da empresa. A gente está protegendo o rio e protegendo famílias”, destacou.

Microdrenagem

A microdrenagem reduz a chance de os materiais provenientes de erosão irem parar nos arroios e córregos da região, ajudando na sua conservação.

“Os sistemas de microdrenagem sustentável contribuirão para a preservação do Arroio da Ronda e ecossistemas locais, minimizando a poluição e protegendo a qualidade da água”, explicou o secretário municipal de Infraestrutura e Planejamento, Luiz Henrique Honesko.

A Itaipu

Com 20 unidades geradoras e 14 mil MW de potência instalada, a Itaipu é líder mundial na geração de energia limpa e renovável, tendo produzido, desde 1984, 3 bilhões de MWh. Em 2023, foi responsável por cerca de 10% do suprimento de eletricidade do Brasil e 88% do Paraguai.

Polícia Civil prende foragido por crime de homicídio em Castro

Foto: PCPR/Reprodução

A Polícia Civil do Paraná (PCPR), através da delegacia de Polícia de Castro, realizou no início da tarde desta quinta-feira (20.06), a prisão de um indivíduo de 31 anos, foragido pelo cometimento do crime de homicídio qualificado em Castro.

A delegada da PCPR Renata Batista, explica que o preso na data de hoje, foi identificado como o autor do homicídio ocorrido no dia 02/02/2024, em uma ciclovia em Castro, em que uma vítima de 37 anos, foi encontrada em via pública, com ferimentos de disparos de arma de fogo, em regiões vitais da cabeça, tórax, região pélvica, perna e braço.

A imagem de monitoramento teria registrado o crime, no qual a vítima foi atingida com ao menos 06 (seis) disparos de arma de fogo, efetuados à “queima roupa”. Conforme imagem, a vítima foi abordada em via pública enquanto transitava com sua bicicleta, não tendo chance de apresentar qualquer espécie de resistência. O crime motivado por uma desavença pública e gratuita de longa data entre os envolvidos.

Diante da gravidade concreta dos fatos, a autoridade policial realizou a representação pela prisão preventiva, para a garantia da ordem pública e garantia da aplicação penal, haja vista que após o cometimento dos fatos, o indivíduo teria empreendido fuga da cidade, sendo considerado foragido.

Após a prisão, o indivíduo foi encaminhado até a Cadeia Pública de Castro, onde permanece à disposição da Justiça.

DENÚNCIAS – A PCPR solicita a colaboração da população com informações que auxiliem em investigações. As denúncias podem ser feitas de forma anônima, pelos números 197, da PCPR, ou 181 do Disque-Denúncia.

Cerimônia marca o lançamento da pedra fundamental da indústria mexicana Cristalpet em Ponta Grossa

Foto: PMPG/Divulgação

Nesta quinta-feira (20), a prefeita de Ponta Grossa, Elizabeth Schmidt, prestigiou o evento de lançamento da pedra fundamental que inicia a instalação da empresa mexicana Cristalpet, indústria que atua na fabricação de embalagens pet e reciclagem. Além da prefeita, o momento de celebração contou com a presença do diretor mexicano da Envase, que faz parte do grupo Cristalpet, Álvaro Queijo, do secretário municipal de Indústria, Comércio e Qualificação Profissional, Paulo Pinto, além de autoridades e secretários municipais.

Durante a cerimônia, Queijo destacou a importância que a cidade e a Prefeitura tiveram na instalação da empresa.

“A procura por uma cidade que oferece as melhores condições para a nossa empresa foi grande, mas Ponta Grossa foi o município que mais nos recebeu bem. Aqui encontramos uma infraestrutura boa e confiável, uma localização excelente para facilitar o transporte da nossa matéria-prima, mas o fator principal para que a Envase se instalasse na cidade foi como a Prefeitura se disponibilizou a regulamentar de forma clara e objetiva os procedimentos administrativos, permissões, e licenciamento”, destacou.

Após o evento foi realizado o lançamento da pedra fundamental no local de instalação da indústria. De acordo com o cronograma da empresa, após a terraplanagem que já está pronta, deve ser finalizada a construção do prédio de lavado e extrusão, com previsão de término em outubro deste ano. Logo depois deve acontecer a construção do prédio de injeção, que tem uma estimativa de finalização em março de 2025, iniciando as operações no mês de julho/2025.

“Transformar Ponta Grossa numa cidade maior, melhor e mais humana é um grande desafio, o qual encaramos todos os dias. Colocar uma indústria como esta, que é referência em transformação e reciclagem de materiais, eleva o patamar de Ponta Grossa e também do Paraná, em termos de sustentabilidade. Queremos alcançar o posto de cidade mais sustentável da região Sul em curtíssimo prazo, na esteira de um forte investimento em educação ambiental, resgate dos nossos valiosos arroios, recuperação das nossas matas nativas e, principalmente, no fomento à consciência ambiental. O ambiente que estamos preservando hoje vai fazer a diferença na vida de todos, amanhã. Para investir, como nos mostra a trajetória ousada e inteligente da Envases, é preciso pensar grande. E nisso Ponta Grossa se supera a cada dia”, enfatizou a prefeita Elizabeth Schmidt.

O secretário de Indústria, Comércio e Qualificação Profissional destaca a importância desse momento para Ponta Grossa.

“Temos o objetivo de fazer com que cada vez mais Ponta Grossa se destaque como um polo de investimento em infraestrutura, com trabalho consistente que incentiva o investimento. A Secretaria de Indústria e Comércio alcançou de 2021 até agora um número muito positivo de aproveitamento na cidade. São mais de R$ 6,5 bilhões de investimentos nesse período”, explica Paulo Pinto.

A Cristalpet é uma empresa que atua na fabricação de pré-formas de polietileno tereftalato (PET) por injeção, bem como de garrafas retornáveis e não retornáveis através do processo de sopro. Ela atende o mercado de embalagens para refrigerantes, sucos, águas minerais e óleos, além do mercado de tampas inteiriças de PEAD (polietileno de alta densidade). A nova indústria traz a Ponta Grossa um investimento de R$ 388 milhões e deve gerar cerca de 900 empregos diretos e indiretos. Atualmente a empresa tem uma produção anual de 43 toneladas de resina reciclada, o que indica a grande produção que também será feita na cidade.

Obituário em Ponta Grossa, 20/06

Obituário de Ponta Grossa

Ana Brik

Cemitério: Em Cândido de Abreu, no Paraná

Velório: Capela Municipal São José

Angelina Rodrigues de Souza

Cemitério: São João Batista

Velório: Capela Municipal São José

Eloir Soares de Paula

Cemitério: Boqueirão/carambei

Velório: Em Outro Município, Capela da Funerária Nova Holanda

João Erondi Aleixo

Cemitério: São Vicente de Paula

Velório: Capela Municipal São José

Otávio José Mendes

Cemitério: São João Batista

Velório: Capela do Luto Santana

Rosangela Aparecida dos Santos

Cemitério: São Vicente de Paula

Velório: Capela Municipal São José